Salão de Paris 2026 tem 10 carros imperdíveis que vão chegar ao Brasil
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Desde antes da pandemia não se via um Salão de Paris com tantas novidades para o mercado brasileiro como a edição 2026. Os olhos do mundo automotivo se voltaram à capital francesa para a apresentação de carros totalmente renovados, conceitos que antecipam o que podemos esperar e novas tecnologias.
Autoesporte preparou um vídeo especial para mostrar o que há de mais interessante no maior Salão do Automóvel realizado na Europa neste ano de 2026. Mais abaixo, você poderá conferir detalhes sobre os dez carros mais importantes que devem pintar no mercado brasileiro em breve. Aperte o play e acompanhe:
Os 10 carros imperdíveis do Salão de Paris
1°) Hyundai Bayon
Hyundai Bayon será lançado no Brasil em 2027
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Que tal começar pelo carro mais importante da lista? O Hyundai Bayon foi apresentado como novo SUV de entrada da marca coreana, com o objetivo de ocupar a lacuna entre o i20 e o Creta. Portanto, será rival de Jeep Avenger, Honda WR-V, Volkswagen Tera, Renault Kardian, Fiat Pulse e companhia.
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A Hyundai prepara a fábrica de Piracicaba (SP) para receber a produção deste novo modelo ainda no primeiro semestre de 2027. Será vendido com motor 1.0 turbo de 115 cv e 17,5 kgfm, com câmbio automático de seis marchas.
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Já o interior tem central multimídia de 12,3 polegadas com assistente de IA generativa. O pacote Adas inclui ACC, sensor de ponto cego e frenagem de emergência. A marca coreana investirá R$ 5,5 bilhões na fábrica de Piracicaba até 2032 para renovar toda a sua linha de veículos, o que já inclui o i20 e a nova geração do Creta, prevista para 2028.
Hyundai Bayon 2027 fará a ponte entre o i20 e o Creta
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Existem grandes expectativas para a chegada do Bayon. A capacidade de produção da fábrica no interior paulista foi ampliada para 215 mil carros por ano, já operando em três turnos.
2°) Hyundai Tucson
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Outro carro da Hyundai mostrado em Paris que pode pintar em nosso mercado é o Tucson. Autoesporte repercutiu com exclusividade que o SUV de grande porte está em análise para ser lançado no Brasil em sua nova geração como concorrente do Volkswagen Tiguan. No entanto, ouvimos que as chances ainda são pequenas e que o preço seria o grande obstáculo.
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Novo Hyundai Tucson pode concorrer com o Volkswagen Tiguan no Brasil
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Isso porque o Tucson chegaria ao segmento do Tiguan com tecnologia eletrificada. A fabricante confirmou que o SUV médio terá motorização híbrida plena (HEV) de 245 cv e 38,5 kgfm combinados, formada por um motor 1.6 turbo mais motores elétricos auxiliares, capaz de fazer até 17,4 km/l.
Sozinho, o motor a combustão desenvolve 180 cv de potência e 27 kgfm de torque. É o mesmo do atual Creta 1.6 TGDI flex. O câmbio é automático de seis marchas e o conjunto é completado por uma dupla de motores elétricos.
3°-) BYD Dolphin G
BYD Dolphin G foi confirmado para o Brasil; primeiras unidades chegam em 2027
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Se o Tucson ainda está no vale da incerteza, o Dolphin G híbrido teve o seu lançamento no Brasil garantido pelo vice-presidente da BYD, Alexandre Baldy. O objetivo da marca chinesa é seguir a mesma estratégia dos SUVs, onde o Atto 2 surgiu como versão híbrida do Yuan Pro.
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No mercado europeu, onde acabou de ser lançado, o modelo usa o conhecido conjunto 1.5 plug-in flex do Atto 2 para entregar até 1.000 km de autonomia combinada. Os preços na região variam entre 25 mil e 30 mil euros, algo como R$ 150 mil e R$ 180 mil em conversão direta.
BYD Dolphin G será o primeiro hatch compacto hibrido plug-in
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No portfólio da BYD, o novato está estrategicamente posicionado entre os elétricos Dolphin Mini e Dolphin, oferecendo como diferencial o conjunto PHEV. Vale dizer que o Dolphin G não é uma adaptação híbrida da família Dolphin, mas sim um veículo completamente novo e desenvolvido para atender principalmente mercados fora da China.
4°) Volkswagen ID.Tiguan
Volkswagen ID Tiguan 2027 é atualização do antigo ID.4
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A história do novo ID.Tiguan é, no mínimo, curiosa. Embora tenha trocado de nome, o SUV elétrico é, essencialmente, uma atualização profunda do antigo Volkswagen ID.4. E o mais inusitado é que um dia antes de apresentá-lo oficialmente na Europa, a marca alemã lançou a versão “desatualizada” no Brasil por R$ 299.990.
Teste: Volkswagen ID Tiguan é futuro elétrico da marca sem esquecer passado
Dentro da gama Volkswagen, a estratégia adotada no ID. Tiguan será a mesma já seguida pelo ID. Polo. Ou seja, resgatar um nome amplamente conhecido do mercado em um modelo elétrico, fugindo do padrão numérico até então presente nos modelos da linha ID.
Na chegada ao mercado, o ID Tiguan terá três versões. A Pure (com tração traseira) tem motor de 190 cv, bateria de 58 kWh e autonomia até 450 km. Com o conjunto, vai de 0 a 100 km/h em 8,5 segundos e alcança 160 km/h.
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Acima da Pure, a Pro mantém a tração traseira, mas alcança 286 cv. Também adota uma bateria maior, de 77 kWh para rodar 600 km e ir aos 100 km/h em 6,6 s, com máxima de 180 km/h. Por fim, a Pro 4Motion tem tração integral graças ao motor elétrico de 109 cv adicional no eixo dianteiro. Combinando com o traseiro (de 190 cv), entrega 299 cv.
5°) Leapmotor B03 (B03X)
Leapmotor B03 vai se chamar B03X no Brasil
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De olho no mercado europeu, a Stellantis apresentou o Leapmotor B03 no Salão de Paris como futuro concorrente de BYD Dolphin, GAC Aion UT e Geely EX2. Só que este carro terá outro nome no Brasil: Leapmotor B03X.
O hatch tem 4,17 metros de comprimento, 1,79 m de largura, 1,56 m de altura e 2,60 m de distância entre-eixos. Em comparação, o BYD Dolphin ostenta 4,12 m de comprimento, 1,77 m de largura, 1,57 m de altura e 2,70 m de distância entre-eixos.
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Sua versão de entrada tem bateria de 39,8 kWh, motor elétrico de 95 cv e autonomia de 405 km no ciclo chinês. Neste caso, o 0 a 100 km/h ocorre em 11 segundos e a velocidade máxima é de 160 km/h.
Já a versão mais equipada tem bateria de 53 kWh, motor elétrico de 122 cv e autonomia de 510 km. A aceleração de 0 a 100 km/h ocorre em 10,6 segundos, e a velocidade máxima é a mesma da configuração anterior.
6°) Mercedes-Benz Classe C
Mercedes Benz Classe C elétrico também foi mostrado no Salão de Paris
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Outro carro exibido em Paris que deve desembarcar no Brasil em breve é o Mercedes-Benz Classe C. Recentemente, o sedã recebeu sua primeira variante elétrica na história, mas versões a combustão híbrida continuam sendo parte central da estratégia da marca.
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A especificação mais potente, C 300, entrega 258 cv de potência e torque máximo de 40,8 kgfm. Já a intermediária C 250 desenvolve 218 cv e 32,6 kgfm, enquanto a C 200, mais mansa e barata, oferece 177 cv e 27,5 kgfm.
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Já a configuração elétrica é produzida sobre uma arquitetura de 800 Volts e é equipada com baterias de íons de lítio (LFP) de 94 kWh, que permitem autonomia de até 762 km no ciclo WLTP. Ou seja, uma das maiores médias já vistas em sedãs médios. Com tração integral e dois motores elétricos, a configuração entrega 489 cv. Com esse conjunto, vai de 0 a 100 km/h em 4,1 segundos.
7°) Fiat Multiplay
Conceito Fiat Multiplay foi apresentado no Salão de Paris e antecipa a próxima geração da Strada
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A Fiat apresentou dos protótipos no Salão de Paris. O primeiro é o Multiplay, que mistura características de SUV familiar com os de uma picape compacta. Mais do que isso, pode adiantar elementos da próxima geração da picape Strada.
A picape apresentada em Paris tem 4,45 metros de comprimento, mesmo porte da atual Strada. E, mesmo que a Fiat tenha dito que o veículo não é uma antecipação de nenhum modelo de produção específico, segue a linguagem visual de outros conceitos e do próprio Grande Panda, hatch compacto que chegará ao Brasil nos próximos meses como Argo X.
8°) Fiat Grizzly Fastback
Grizzly Fastback é estudo de design da próxima gerração do SUV compacto para o Brasil
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Já o SUV cupê antecipa o visual e as soluções que devem inspirar a próxima geração do Fastback nacional, com desenho polêmico inspirado no Grande Panda e no Argo X. Seu estilo é marcado por quadradinhos pixelados de LED e uma carroceria bem encorpada.
Fiat Fastback vai mudar muito e já vimos de perto a nova geração do SUV
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Já a cabine do Grizzly Fastback está mais moderna. O SUV combina quadro de instrumentos digital com uma nova central multimídia de 10,25 polegadas, que agora fica posicionada no alto do painel. A troca de marchas deixa a alavanca tradicional de lado e passa a ser feita por uma espécie de joystick.
9°) Omoda 4
Novo Omoda 4 chegará ao Brasil para concorrer no segmento de entrada
Autoesporte/Gerada com IA
É claro que as marcas chinesas não ficariam de fora do maior evento automotivo da Europa neste ano. A Omoda Jaecoo apresentou o novo Omoda 4, o SUV de entrada que enfrentará Volkswagen Tera, Jeep Avenger e o próprio Hyundai Bayon quando for lançado no Brasil.
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O Omoda 4 usará um motor 1.0 turbo de três cilindros e 130 cv, aliado a outro elétrico. O torque combinado deverá ser de 22,9 kgfm e, caso se confirme, fará dele o SUV compacto com maior torque do segmento, sendo esse mais um ponto de destaque perante a concorrência.
10°) Dacia Spring
Dacia Spring representa a nova geração do Renault Kwid E-Tech
Vitória Drehmer/Autoesporte
Talvez o nome Dacia Spring não seja familiar para você, mas trata-se de um carro que nossos leitores conhecem bem. Este nada mais é do que o sucessor do nosso Renault Kwid E-Tech.
Novo Dacia Spring: sucessor do Renault Kwid elétrico faria sucesso no Brasil?
A transformação do Spring começa pela plataforma. O novo hatch utiliza a arquitetura RGEV Small do Grupo Renault, a mesma do Twingo E-Tech, e passa a ser produzido na fábrica da Eslovênia. Junto disso, a motorização também foi atualizada. O Dacia Spring agora é equipado com um motor elétrico de 82 cv e 17,8 kgfm de torque. A aceleração de 0 a 100 km/h é feita em 12,1 segundos, de acordo com a marca, enquanto a velocidade máxima é de 130 km/h.
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Já a bateria passa a ter capacidade de 27,5 kWh. Assim, de acordo com o ciclo europeu WLTP, a autonomia chega a 250 km — 25 km a mais que a geração anterior.
Dacia Spring aposta no visual sofisiticado e incrementado num segmento dominado por chineses
Vitória Drehmer/Autoesporte
A potência máxima de recarga também foi repensada. O Spring pode carregar a 11 kW em corrente alternada (AC). Assim, são necessárias cerca de 2h50 para ter até 80% da carga. Em corrente contínua (DC) de até 50 kW, o tempo baixa para 28 minutos. Embora seja uma evolução do Kwid E-Tech, sua chegada ao Brasil, por enquanto, ainda é improvável.
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