Chevrolet Captiva usado: três versões do SUV a partir de R$ 33 mil


O Chevrolet Captiva, hoje, é um carro 100% elétrico, derivado do Wuling Starlight, desenvolvido pela parceria SAIC-GM-Wuling. Entretanto, antes de retornar ao Brasil eletrificado, o Captiva era um SUV com bom desempenho e uma lista agradável de equipamentos tecnológicos.
Quando chegou ao Brasil, ainda importado do México, fez sucesso graças ao bom custo-benefício, uma vez que não pagava imposto de importação, e logo ganhou mercado diante de uma concorrência formada, em grande parte, por SUVs japoneses — exemplos do Hyundai Tucson, Honda CR-V e Toyota RAV4.
Pensando em quem busca um SUV robusto e com um desempenho à frente do seu tempo, separamos três versões usadas do Chevrolet Captiva que podem ser encontradas com bom valor. Os preços citados no texto foram verificados no Mercado Livre durante a apuração da matéria, no mês de outubro de 2026.
1. Captiva Sport 3.6 V6 4X4 2009 – a partir de R$ 32.900
Captiva Sport era fabricado no México e tinha fila de espera do Brasil
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Lançado no Brasil em 2008, o mexicano chegou a ter fila de espera e vendia facilmente mais de 1.000 unidades por mês. A procura era tamanha que chegou a gerar ágio. A versão mais cara custava, à época, mais de R$ 90 mil, mas o pacote era mais sedutor que o dos rivais. Hoje em dia, contudo, modelos de primeira fornada são achados por valores a partir de R$ 32.900.
No tamanho, o Captiva conta com 4,57 m de comprimento e tem uma distância entre-eixos de 2,70 m. O porta-malas tem 383 litros de capacidade.
O acabamento era acima da média e incluía partes macias na porção superior do painel e nas portas. Além disso, tinha banco do motorista com ajuste elétrico, revestimentos internos de couro, partida a distância no comando da chave, volante ajustável em altura, teto solar elétrico, controles de estabilidade e de tração, e seis airbags (frontais, laterais dianteiros e do tipo cortina), entre outros.
Com motor V6 3.6 de 261 cv e 32,9 kgfm de torque, o utilitário médio 4X4 foi de zero a 100 km/h em 8,8 segundos na pista da Autoesporte — um número que chama atenção até hoje. O sistema de tração integral funciona sob demanda. Assim como os outros Captiva da lista, o Inmetro não divulgou dados de consumo para o SUV importado.
2. Chevrolet Captiva 3.0 V6 2011 – a partir de R$ 34.900
O Chevrolet Captiva de 2011 ainda tinha mesmo visual da versão de 2009
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A versão 3.0 V6 chegou em 2011 para substituir o primeiro motor 3.6 que equipava o Captiva. Há versões 4×2 e 4×4. Indicamos esta última por conta de sua capacidade para enfrentar, inclusive, locais de difícil acesso. O carro pode ser encontrado por valores a partir de R$ 34.900.
O motor 3.0 aspirado a gasolina é o mesmo que equipou o Omega e entrega 268 cv de potência e 30,6 kgfm de torque. Isso é mais do que a grande parte dos SUVs médios vendidos no Brasil (pelo menos os sem eletrificação). O câmbio é automático de 6 marchas. Com menos torque que o 3.6, o modelo é um pouco menos veloz. Segundo os testes da Autoesporte, ele faz de 0 a 100 km/h em 9,9 s.
Entre os equipamentos, tem direção hidráulica, bancos com revestimento de couro (com os dianteiros aquecidos), controle de cruzeiro, retrovisor interno fotocrômico, acionamento remoto do motor, acendimento automático dos faróis, freio de estacionamento eletrônico, entre outros.
3. Captiva Sport 2.4 2015 – a partir de R$ 48.900
Chevrolet Captiva foi vendido no Brasil com várias opções de motores
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Com pouco mais de 10 anos de uso, ainda é possível encontrar boas opções no mercado de usados. Unidades 2015 saem por valores a partir de R$ 48.900, mas é possível encontrar exemplares mais antigos por valores mais convidativos.
Ao contrário dos demais modelos da lista, que contam com motor V6, o Captiva em questão tem motor 2.4 de quatro cilindros a gasolina, que rende 184 cv e 23,8 kgfm. O câmbio é automático de seis marchas e a tração é sempre dianteira.
Entre os itens tecnológicos, tem seis airbags, controle eletrônico de tração e estabilidade, direção hidráulica, ar-condicionado automático, bancos dianteiros com aquecimento e a função “remote start”, que aciona o motor e o ar-condicionado à distância.
Naquele ano, o utilitário passou a ser equipado de série com teto solar elétrico, faróis com máscara negra e novas rodas de 18 polegadas, além do já conhecido pacote de seis airbags e controles eletrônicos de tração e de estabilidade.
Como se trata de carros mais antigos, fique atento ao histórico de manutenção e também ao funcionamento da suspensão e da transmissão automática. Qualquer presença de ruídos ou trancos deve ser levada em consideração. Como todo importado, o modelo terá um custo de manutenção mais elevado.
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Nota de transparência: Autoesporte mantém uma parceria comercial com lojas parceiras. Ao clicar no link da varejista, Autoesporte pode ganhar uma parcela das vendas ou outro tipo de compensação. Os preços mencionados podem sofrer variação e a disponibilidade dos produtos está sujeita aos estoques. Os valores indicados no texto são referentes a outubro de 2026.
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