Grupo Sentinela_Logotipo_1_bc300Grupo Sentinela_Logotipo_1_bc300Grupo Sentinela_Logotipo_1_bc300Grupo Sentinela_Logotipo_1_bc300
  • HOME
  • SERVIÇOS
  • ÁREA PCD
  • CONSULTAS
  • SOBRE NÓS
  • DOWNLOAD
  • SEGUROS
  • BLOG
  • NOTÍCIAS
  • DENÚNCIA
✕

5 bons SUVs usados que oferecem espaço e conforto por menos de R$ 80 mil

21/10/2026
5 bons SUVs usados que oferecem espaço e conforto por menos de R$ 80 mil


Dizer que os SUVs são os atuais queridinhos do consumidor é chover no molhado. A boa notícia é que não é preciso desembolsar valores de três dígitos para entrar na moda: por menos de R$ 80 mil, há opções interessantes no mercado de veículos usados. Essa faixa de preço é povoada por modelos com, no máximo, 10 anos de uso, período no qual o segmento começou a crescer e se diversificar.
Ficou tentado? Pois aqui vai um apanhado com cinco SUVs compactos na faixa de preço de até R$ 80 mil. A relação traz modelos com diferentes características técnicas, de modo a satisfazer os anseios de motoristas com diferentes prioridades e perfis de uso. Como de praxe, os preços tomam por base levantamentos de anúncios de venda no site Mercado Livre.
1.Renault Duster Dynamique 1.6 flex 2019 – R$ 67.900
Robusto e espaçoso, Renault Duster é um SUV à moda antiga
Divulgação/Renault
O Renault Duster é um dos pioneiros do segmento de SUVs compactos no Brasil: lançado em 2011, foi o segundo produto nacional nessa categoria e só é posterior ao Ford EcoSport. O modelo segue no mercado até hoje e, atualmente, está na segunda geração. Porém, para ficar abaixo dos R$ 80 mil, é preciso optar por unidades da primeira linhagem. Exemplares do ano 2019, ainda com pouco tempo de uso, estão anunciados no Mercado Livre por valores a partir de R$ 67.900.
Fabricantes de origem francesa às vezes causam desconfiança nos consumidores, mas não há o que temer no caso do Duster, que tem motores de manutenção fácil e fama de robustez mecânica. A versão em questão aqui, a Dynamique, traz um motor 1.6 16V (da família SCe) que já equipou uma miríade de veículos das marcas Renault e Nissan. Tem corrente de comando e desenvolve potências 120 cv com etanol e de 118 cv com gasolina, além de 16,2 kgfm de torque com ambos os combustíveis.
Havia opção tanto de câmbio do tipo CVT, com simulação de seis marchas, quanto de manual de cinco velocidades. Ambos os conjuntos mostram limitações para lidar com o SUV, tanto em desempenho quanto em consumo. Avaliada em fevereiro de 2018 pela Autoesporte, uma unidade com a caixa automática acelerou de 0 a 100 km/h em 13,1 segundos.
E o Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular (PBVE) aponta médias de 7,1 km/l com etanol e de 10,3 km/l com gasolina na cidade, e de 7,9 km/l e de 10,8 km/l, com os dois combustíveis, respectivamente, na estrada.
Primeira geração do Renault Duster tem acabamento interno bastante simples
Divulgação/Renault
Apesar do desempenho discreto, a dirigibilidade do Renault Duster é surpreendentemente boa. A suspensão tem compromisso dos melhores: o rodar é macio e confortável sobre pisos irregulares, mas longe de ser inseguro em curvas. Essa característica, associada à generosa altura do solo de 21 cm, faz do SUV um dos mais valentes no segmento fora do asfalto, dentro, claro, das possibilidades da tração 4×2 dessa versão. Por fim, a direção, com assistência eletro-hidráulica, não tem a maciez das similares puramente elétricas, mas consegue conciliar leveza em manobras com bom controle em alta velocidade.
Por dentro, o trunfo do Renault Duster é o espaço generoso, que, sem exagero algum, chega a lembrar o de um SUV médio. Isso porque ele se aproxima dos modelos maiores também nas dimensões externas: são 4,33 metros de comprimento, 1,82 m de largura, 1,68 m de altura e 2,67 m de distância entre eixos. Assim, atrás, há espaço de sobra para dois adultos, e a acomodação de um terceiro, embora mude um pouco esse cenário, é absolutamente viável. O porta-malas, então, é campeão, com nada menos que 475 litros.
Mas há um pecado capital a bordo: o acabamento simples demais para a categoria. Embora existam alguns caprichos, como forração em couro bicolor nos bancos e enxertos acolchoados nos forros das portas, o plástico do painel é semelhante ao das linhas Sandero e Logan. Já a lista de equipamentos traz o essencial: além dos itens já citados, há ar-condicionado manual, airbags frontais, central multimídia com tela de 7 polegadas e rodas de liga-leve de 16 polegadas.
2. Nissan Kicks SL 1.6 flex 2017 – R$ 73.880
Nissan Kicks foi transformado em Kait e ainda está sendo produzido
Divulgação
A primeira geração do Kicks marcou a entrada da Nissan no segmento de SUVs compactos. O lançamento ocorreu em 2016 e nem a chegada da segunda linhagem, em 2025, tirou o modelo original de linha: segue à venda com uma repaginação no design e o nome Kait. Mas o caso é que veículos usados sempre têm preços mais em conta: é possível encontrar unidades 2017 por preços a partir de R$ 73.880 no Mercado Livre.
Sob o capô, o Kicks traz o mesmo conjunto mecânico do Duster, descrito logo acima: lembre-se que, até hoje, a Renault e a Nissan integram uma aliança global. O motor 1.6, porém, tem calibragem distinta e desenvolve menos potência e torque: são 114 cv e 15,5 kgfm tanto com gasolina quanto com etanol. Do mesmo modo, o câmbio pode ser automático do tipo CVT, com simulação de seis marchas, ou manual de cinco velocidades. O primeiro é o preferido do mercado, o que facilita a revenda.
A despeito das similaridades técnicas, o Nissan Kicks é superior ao Duster em desempenho e, principalmente, em consumo, graças à carroceria menor e mais leve. Em um teste da Autoesporte, publicado em julho de 2016, o SUV acelerou de 0 a 100 km/h em razoáveis 11,6 segundos.
Mas o melhor são as médias, segundo o PBEV, do Inmetro, de 7,7 km/l na cidade e de 9,4 km/l na estrada com etanol, ou de 11,4 km/l em ciclo urbano e 13,7 km/l em percursos rodoviários com gasolina.
Nissan Kicks tem acabamento e espaço interno na média da categoria
Divulgação
A dirigibilidade do Nissan Kicks é agradável sem ser empolgante. A direção elétrica é leve em manobras e tem bom efeito regressivo em alta velocidade, enquanto a suspensão tem compromisso adequado entre conforto de marcha e dinâmica em curvas. O vão livre do solo, de 20 cm, é capaz de evitar choques contra o solo em vias irregulares, mas, nesse tipo de situação, os amortecedores “dão batente” com frequência, devido ao curso limitado das molas.
Quanto o assunto é espaço para os ocupantes, o Nissan Kicks está na média da categoria: não se destaca positiva ou negativamente. Há acomodações confortáveis para quatro adultos, com vãos adequados para as pernas dos passageiros do banco traseiro.
Por outro lado, o porta-malas é amplo, com 432 litros Externamente, o SUV mede 4,29 m de comprimento, 1,76 m de largura, 1,59 de altura e 2,62 m de entre-eixos. O acabamento está na média da categoria, com revestimentos majoritariamente de plástico duro, mas com caprichos como apoios de braço estofados. O painel só trazia aplique acolchoado na versão top de linha SL.
A gama do Nissan Kicks começava na versão S, que trazia apenas os equipamentos essenciais, como ar-condicionado manual, direção elétrica e sistema de som. A intermediária SV acrescentava chave presencial com partida por botão, faróis de neblina, rodas de liga leve de 17 polegadas, sensores e câmera de ré, central multimídia com tela de 7 polegadas, controle de estabilidade e assistente de partida em rampa; revestimento interno em material que imita couro e airbags laterais eram opcionais. Tudo isso vinha de série na já citada SL, que incluía ainda retrovisores com rebatimento elétrico, pintura em dois tons, acendimento automático dos faróis, airbags do tipo cortina, ar-condicionado digital e câmeras com visão em 360º.
3. Jeep Renegade Sport 2.0 turbodiesel 4×4 2017 – R$ 73.900
Motor a diesel e tração 4×4 chegaram a equipar a versão Sport do Renegade
Divulgação
O Jeep Renegade foi o único SUV nacional compacto a disponibilizar motor a diesel e um dos poucos a ser equipado com tração 4×4, oferecidos de maneira conjunta entre 2015, ano de lançamento do modelo, até 2022. Desde então, toda a gama passou a ser movida pelo motor 1.3 turboflex, que, porém, até hoje pode ser associado ao sistema de tração integral. Anúncios de veículos 2017 equipados com tal motorização partem de R$ 73.900 no Mercado Livre.
O motor a diesel faz do Jeep Renegade o mais potente desta lista de SUVs. O 2.0 turbo da família Pratola Serra desenvolve 170 cv de potência e 35,7 kgfm de torque. O sistema de tração integral atua sob demanda, mas permite que o motorista escolha entre programações para diferentes tipos de terreno, como lama (Mud) e areia (Sand). O câmbio é automático de nove marchas, sendo que a primeira, muito curta, acaba quebrando o galho como reduzida.
Em um teste que a Autoesporte publicou em março de 2015, o Jeep Renegade turbodiesel 4×4 cumpriu a prova de aceleração de 0 a 100 km/h em 10 segundos. Pois é, o desempenho é bom, mas o consumo não vai além do razoável, em especial para um veículo a diesel, com médias, de acordo com o PBEV, do Inmetro, de 9,4 km/l em trajetos urbanos e de 11,5 km/l em rodoviários.
Acabamento caprichado é um dos trunfos do Jeep Renegade
Divulgação
Outra exclusividade do Jeep Renegade em relação aos demais SUVs compactos é a suspensão traseira independente, do tipo McPherson: cabe destacar que essa arquitetura se mantém nas versões com tração dianteira. Graças a esse sistema, o modelo entrega uma calibragem macia e confortável em pisos ruins, mas nem por isso é vacilante em curvas. Além do mais, o sistema 4×4 aumenta a aderência em pistas molhadas a até permite algumas estripulias na terra, nesse caso, associado ao vão livre de 22,4 cm. Só mesmo a direção elétrica poderia ser um pouco mais direta.
Os ocupantes desfrutam de um habitáculo razoavelmente amplo. O Jeep Renegade não está entre os mais espaçosos da categoria, mas há acomodações cômodas para quatro adultos. O problema é o porta-malas, que acomoda modestos 260 litros: em 2018, o volume passou para 276 l nas versões a diesel. A carroceria mede 4,24 m de comprimento, 1,80 m de largura, 1,72 m de altura e 2,57 m de entre-eixos. O acabamento sempre foi um dos pontos altos do SUV, com direito a emborrachamento na parte superior do painel.
Em 2017, o motor a diesel e a tração 4×4 estavam disponíveis em praticamente toda a gama do Jeep Renegade, inclusive na versão de entrada Sport, que já vinha bem equipada, com ar-condicionado, direção elétrica, sistema de som, faróis de neblina, controlador e limitador de velocidade, freio de estacionamento eletromecânico, rodas de liga leve de 16 polegadas e sensores de ré.
A opção seguinte, a Longitude, acrescentava ar-condicionado de duas zonas, central multimídia com tela de 5 polegadas, volante multifuncional revestido em couro e câmera de ré. Havia ainda a Trailhawk, a mais preparada para uso off-road, mas os preços dela já superam a barreira dos R$ 80 mil.
4. Chevrolet Tracker LTZ 1.4 turbo flex 2018 – R$ 75.900
Com motor 1.4 turbo, Chevrolet Tracker tinha ótimo desempenho
Divulgação
A segunda geração do Chevrolet Tracker acabou passando um tanto incólume pelo Brasil. Importada do México, não chegou a somar grandes volumes de vendas no país, ao contrário da atual, que tem fabricação nacional. Já a primeira linhagem, aquela baseada no antigo Suzuki Vitara, também não se destacou na quantidade de emplacamentos, mas ainda é lembrada pela valentia off-road, graças à tração 4×4. Porém, o caso é que essa safra intermediária é uma opção interessante de SUV usado: é possível encontrar unidades 2018 no Mercado Livre anunciadas por R$ 75.900.
Antes que você entre nessa questão, o motor não tem correia dentada banhada a óleo, como no atual Tracker. Da linha 2017 à 2020, o SUV foi equipado com o 1.4 turbo originário do Cruze, com quatro cilindros e corrente de comando. São 153 cv de potência e 24,5 kgfm com etanol ou 150 cv e 24 kgfm com gasolina. O câmbio é o automático de seis marchas (GF6) empregado até hoje nos carros da Chevrolet.
De acordo com o fabricante, com esse conjunto mecânico, bastam 9,6 segundos para acelerar de 0 a 100 km/h, segundo a Autoesporte, número que, na época do lançamento, era referência no segmento. Já o consumo, segundo o PBVE, do Inmetro, é não mais que mediano: na cidade, são 7,3 km/l com etanol e de 10,6 km/l com gasolina; já na estrada, são 8,2 km/l e 11,7 km/l, com os dois combustíveis, na respectiva ordem.
Junto com o motor turbo e uma reestilização, veio um novo painel com velocímetro analógico
Divulgação/Chevrolet
A dirigibilidade do Chevrolet Tracker dessa época agrada bastante, desde que o motorista rode majoritariamente no asfalto. Nessa situação, a desenvoltura em curvas chega até a lembrar a de um hatch: o melhor é que a boa estabilidade não compromete o conforto de marcha, já que a suspensão não é dura. Mas essa “mágica” é obtida, em parte, graças à altura em relação ao solo de apenas 16,2 cm, que também remete a um hatch. Já a direção elétrica não é das mais diretas, mas tem bom efeito regressivo.
Essa proposta mais urbana do Chevrolet Tracker de segunda geração fica evidente também nas dimensões externas compactas. O SUV tem 4,26 m de comprimento, 1,78 m de largura, 1,68 de altura e 2,55 m de entre-eixos. A carroceria com teto elevado, porém, ajuda a aproveitar bem o espaço interno, que, apesar de não ser dos maiores do segmento, consegue acomodar quatro adultos sem aperto. Já o porta-malas tem capacidade típica de um… hatch, com 306 litros.
A segunda geração do Tracker tinha acabamento ligeiramente mais caprichado que o da atual, com direito a aplique estofado no painel e a emborrachamento nos apoios de braço das portas. Desde a configuração de entrada, a LT, havia ar-condicionado manual, rodas de liga leve de 16 polegadas e central multimídia com tela de 7 polegadas.
A LTZ acrescentava lanternas de LED, faróis do tipo projetor, chave presencial com botão de partida, sensores e câmera de ré, alerta de ponto cego, rodas de 18 polegadas, teto solar e bancos revestidos em material que imita couro, sendo o do motorista com regulagem lombar elétrica. Essa versão trazia ainda, opcionalmente, airbags laterais e do tipo cortina (totalizando seis), mas o controle de estabilidade não chegou a equipar a linha 2018.
5. Honda HR-V EX 1.8 flex automático 2016 – R$ 76.900
Honda HR-V teve bons números de vendas já na primeira geração
Divulgação
Ainda hoje, o Honda HR-V é um dos medalhões do segmento de SUVs compactos. Os créditos por essa boa fama, em grande parte, são da primeira linhagem do modelo, que caiu nas graças dos consumidores e permaneceu no mercado de 2015 a 2021. A má notícia é que, como acontece também com outros carros de origem japonesa, há uma valorização acima da média no mercado de usados, de modo que, para ficar abaixo do teto de R$ 80 mil, é preciso optar por exemplares com pelo menos 10 anos de uso: os anúncios de veículos 2016 no Mercado Livre partem de R$ 76.900.
Nos primeiros anos de produção, o Honda HR-V era equipado unicamente com um motor 1.8 de aspiração natural e corrente de comando, capaz de desenvolver 139 cv e 17,4 kgfm com etanol ou 140 cv e 17,3 kgfm com gasolina. Até houve opção de câmbio manual de seis marchas, na versão de entrada LX, mas essa configuração tem mercado bastante restrito. Assim, o ideal é optar pela caixa automática do tipo CVT, com sete marchas simuladas, que era opcional na LX e padrão a partir do pacote EX. Cabe destacar que o propulsor 1.5 turbo só veio em 2019 e, então, rendia 173 cv e 22,4 kgfm, sempre com gasolina.
De qualquer modo, com motor 1.8 e câmbio CVT, conjunto que se enquadra na faixa de preço em questão aqui, o Honda HR-V vai bem tanto em desempenho quanto em consumo. Em um teste publicado em março de 2015, pouco após o lançamento, um exemplar testado por Autoesporte acelerou de 0 a 100 km/h em 10,5 segundos. Já o gasto de combustível indicado pelo PBEV com etanol no tanque é de 7,1 km/l na cidade e de 8,5 km/l na estrada. Com gasolina, as médias vão para 10,5 km/l e 12,1 km/l, respectivamente.
Primeira geração do Honda HR-V tinha interior espaçoso e bem-acabado
Divulgação/Honda
Tal qual a maioria dos concorrentes, o Honda HR-V é voltado para rodar no asfalto. A suspensão exibe acerto firme, que demonstra competência em curvas, mas torna o rodar um tanto desconfortável em pisos irregulares. A altura em relação ao solo, de 17,7 cm, também não encoraja incursões em estradas de terra. Já a direção elétrica é direta e exibe ótimo efeito regressivo: é leve em manobras e firme em alta velocidade.
Um dos trunfos do HR-V é o excelente aproveitamento do espaço interno. Atrás, mesmo adultos de estatura mais elevada têm folga tanto para as pernas quanto para a cabeça. O porta-malas tem bons 437 litros e ainda se beneficia do sistema de rebatimento do banco traseiro, que a Honda chama de Magic Seat, que permite diversas configurações. E olha que as medidas externas são contidas: 4,29 m de comprimento, 1,77 m de largura, 1,59 de altura e 2,61 m de entre-eixos.
O acabamento, ainda hoje, faz bonito: painel, forrações das portas e console central mesclam plástico duro com porções acolchoadas. Quanto aos equipamentos, a versão LX já trazia controle de estabilidade, assistente de partida em rampas, direção elétrica, ar-condicionado manual, sistema de som e freio de estacionamento eletromecânico. A EX acrescenta central multimídia com tela de 5 polegadas, rodas de liga leve de 17 polegadas, faróis de neblina, câmera de ré, volante multifuncional e racks no teto. Os preços da top de linha EXL já extrapolam o limite de R$ 80 mil.
Quer ter acesso a conteúdos exclusivos da Autoesporte? É só clicar aqui para acessar a revista digital.
Nota de transparência: Autoesporte mantém uma parceria comercial com lojas parceiras. Ao clicar no link da varejista, Autoesporte pode ganhar uma parcela das vendas ou outro tipo de compensação. Os preços mencionados podem sofrer variação e a disponibilidade dos produtos está sujeita aos estoques. Os valores indicados no texto são referentes a outubro de 2026.

Fonte: Read More 

Compartilhar
0

Artigos Relacionados

Hyundai Creta usado: 3 versões da atual geração do SUV a partir de R$ 95 mil
23/10/2026

Hyundai Creta usado: 3 versões da atual geração do SUV a partir de R$ 95 mil


Leia mais
Omoda 2 será SUV mais barato da marca no Brasil e rival do Volkswagen Tera
23/10/2026

Omoda 2 será SUV mais barato da marca no Brasil e rival do Volkswagen Tera


Leia mais
5 carros usados a partir de R$ 48 mil com opções de SUV, hatch e sedã
23/10/2026

5 carros usados a partir de R$ 48 mil com opções de SUV, hatch e sedã


Leia mais

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

© 2021 Todos os Direitos Reservados a Sentinela Despachantes.
Elaborado por: Kamilla Ribeiro | Desenvolvido por: Sales Publicidade
      Precisa de ajuda?
      Sentinela Despachantes
      Olá,
      em que podemos te ajudar?
      Iniciar conversa
      Usamos cookies para oferecer uma experiência melhor no site. Mas respeitamos a sua decisão e você pode aceitar ou não em compartilhar a sua experiência em nosso site.