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Veja 6 SUVs híbridos usados que são boas opções a partir de R$ 126 mil

06/09/2026
Veja 6 SUVs híbridos usados que são boas opções a partir de R$ 126 mil


Os SUVs híbridos são o novo filão do mercado automotivo brasileiro: atualmente, as fabricantes que ainda não oferecem esse tipo de produto no país correm para lançá-los. A boa notícia é que, apesar de essa tendência ser bastante recente, existem opções para quem procura um modelo usado com mecânica eletrificada e carroceria elevada. Tanto que foi até possível elaborar um listão com seis veículos.
Todos os SUVs enumerados aqui são híbridos plenos, aqueles nos quais o motor elétrico, além de gerar energia para as baterias, é capaz, sozinho, de tracionar as rodas em manobras ou em situações de baixa velocidade. Trata-se de um meio-termo entre os híbridos leves, cuja propulsão depende sempre de combustão, e entre os híbridos plug-in, cujas baterias podem ser recarregadas diretamente na rede elétrica, o que permite rodar por longos percursos sem queimar combustível.
1. Toyota Corolla Cross Hybrid 1.8 flex – R$ 125.990
Corolla Cross utiliza o mesmo conjunto mecânico do sedã da gama
Renan Sesicki/Autoesporte
O Toyota Corolla Cross estreou no mercado brasileiro em março de 2021, cerca de um ano e meio após a chegada da atual geração do sedã. O SUV não herdou apenas o nome mais que consolidado: tanto a plataforma TNGA-C quanto as configurações mecânicas também são comuns aos dois membros da gama. Anúncios de exemplares do primeiro ano de produção partem de R$ 125.990 no Mercado Livre.
Sob o capô, o Corolla Cross traz um motor 1.8 flex, que funciona em ciclo Atkinson e desenvolve 101 cv com gasolina e 98 cv com etanol, além de 14,5 kgfm com ambos os combustíveis. A unidade elétrica gera até 72 cv e 16,6 kgfm. A potência combinada, porém, é sempre de 122 cv. O torque combinado não é revelado pela Toyota.
O SUV, porém, tem uma arquitetura de suspensão traseira com eixo de torção, mais simples que a do sedã, que tem sistema independente do tipo multilink. Por isso, a qualidade de rodagem é apenas mediana: o modelo não chega a ser instável em curvas ou desconfortável em pisos irregulares, mas o conjunto não se destaca em qualquer um desses quesitos.
Em um teste publicado pela Autoesporte em março de 2021, o Corolla Cross Hybrid acelerou de zero a 100 km/h em longos 13,8 segundos. A despeito do desempenho mais pacato, ao menos o consumo é baixo: dados do Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular (PBVE), do Inmetro, indicam médias, na cidade, de 11,8 km/l com etanol e de 17 km/ com gasolina. Na estrada, como é comum nesse tipo de veículo, os índices caem para 9,6 km/l (E) e 13,9 km/l (G).
O SUV da linha Corolla é mais curto que o sedã: tem 4,46 metros de comprimento, 1,82 m de largura, 1,62 m de altura e 2,64 m de distância entre eixos. Apesar disso, não há desvantagem em espaço interno, graças ao melhor aproveitamento proporcionado pelo habitáculo mais alto: no banco traseiro, há bastante espaço para as pernas dos ocupantes.
Já o porta-malas tem 30 litros a menos: ainda assim, o volume total, de 440 litros, é mais que suficiente. O acabamento exibe o mesmo bom padrão em ambos, com materiais macios ao toque no painel e nas forrações das quatro portas.
Nos primeiros anos de produção, a motorização híbrida era disponibilizada apenas nas versões top de linha XRV e XRX. A primeira já vinha com sete airbags (frontais, laterais, do tipo cortina e para os joelhos do motorista), central multimídia com tela de 10 polegadas e câmera de ré, ar-condicionado digital, chave presencial com partida remota, estofamento revestido de couro, retrovisor interno eletrocrômico, rodas de liga leve aro 17, farol alto automático, controle de cruzeiro adaptativo, assistente de permanência em faixa e frenagem automática de emergência. A segunda adiciona ar-condicionado de duas zonas, limpadores com acionamento automático, banco do motorista com ajustes elétricos e teto solar.
Toyota Prius Prius
2. Kia Niro 1.6 – R$ 135.800
Kia Niro é um dos SUVs seminovos mais acessíveis do mercado
Divulgação/Kia
Opção fora do óbvio no segmento de SUVs híbridos, o Kia Niro chegou ao Brasil em 2022: desde então, segue no mercado sem grandes alterações. Os números de emplacamentos durante esse período foram discretos, mas, ainda assim, não é tarefa tão difícil encontrar veículos usados e seminovos à venda: nos classificados do Mercado Livre, há unidades anunciadas por preços a partir de R$ 135.800.
Ao contrário do Stonic e do Sportage, que empregam mecânica híbrida leve, o Kia Niro é um híbrido pleno. O motor a combustão é um 1.6 de aspiração natural, capaz de desenvolver 105 cv e 14,7 kgfm, ao passo que o propulsor elétrico entrega 44 cv e 17,3 kgfm. Os números combinados chegam a 141 cv de potência e 27 kgfm de torque, gerenciados por um câmbio automatizado de dupla embreagem e seis velocidades, incomum nesse segmento no mercado nacional. A suspensão traseira é independente, do tipo multilink, e tem bom compromisso entre conforto de marcha e estabilidade.
Apesar dos bons números de potência e torque, o desempenho do Kia Niro é apenas razoável: o fabricante declara um tempo de 10,8 s para as acelerações de zero a 100 km/h. Os índices de consumo, por outro lado, são de encher os olhos: o PBEV, do Inmetro, aponta médias de 19,8 km/l em percursos urbanos e de 17,7 km/l em rodovias, com gasolina, único combustível com o qual o motor 1.6 funciona.
Em relação ao porte, o Kia Niro tem 4,42 m de comprimento, 1,82 m de largura, 1,54 m de altura e 2,72 m de entre-eixos. O modelo consegue conciliar dimensões ainda contidas, que não atrapalham na utilização em grandes centros urbanos, com um espaço interno generoso, inclusive no banco traseiro, onde dois adultos conseguem viajar com boa folga para os joelhos. O porta-malas, de 425 l, também tem boa capacidade.
Na versão de entrada EX, o Kia Niro já traz painel com duas telas de 10,25″ para a central multimídia e os instrumentos, câmera e sensores de ré, ar-condicionado digital, retrovisores com rebatimento elétrico, banco do motorista com ajustes elétricos e chave presencial, além de alertas de colisão frontal, de fadiga do condutor, alertas de permanência e centralização na faixa de rodagem e assistente de farol alto.
A topo de linha SX Prestige inclui assistentes de prevenção de colisão traseira em tráfego cruzado, de ponto cego, de prevenção de colisão frontal, controlador adaptativo da velocidade de cruzeiro, alerta de saída segura, sensores de estacionamento dianteiros, travas infantis elétricas, carregamento de celular por indução, teto solar e limpadores de pára-brisa com acionamento automático.
Ford Fusion Hybrid Titanium Fusion Hybrid Titanium
3. Omoda 5 1.5 turbo – R$ 149.990
Omoda 5 está no país há menos de 1 ano
Renato Durães/Autoesporte
Lançado em outubro de 2025, o Omoda 5 está no mercado há menos de 1 ano. É um dos modelos que protagonizaram o início das operações da Omoda Jaecoo no Brasil, outra chinesa que aposta em SUVs híbridos para conquistar o consumidor local. Apesar de ainda ser um novato, já é possível encontrar unidades seminovas do modelo à venda no Mercado Livre, por preços a partir de R$ 149.990.
O conjunto híbrido pleno do Omoda 5 é formado por um motor 1.5 turbo a gasolina, capaz de gerar 135 cv e 20,4 kgfm, e por uma unidade elétrica, que fornece 204 cv e 31,6 kgfm. A potência combinada chega a 224 cv, o o torque combinado, a 30,1 kgfm. O conjunto suspensivo emprega sistema multilink no eixo traseiro e exibe bom acerto: o rodar é suave e confortável, sem deixar o veículo oscilar em curvas.
Em um teste publicado pela Autoesporte no último mês junho, o Omoda 5 acelerou de zero a 100 km/h em 8 s cravados, praticamente a mesma marca anunciada pelo fabricante, que é de 7,9 s. O SUV também exibe bons índices de consumo de combustível: o PBEV, do Inmetro, informa médias de 15,1 km/litro na cidade e de 13,2 km/litro na estrada, sempre com gasolina, único combustível aceito no tanque.
A carroceria do Omoda 5 tem 4,45 m de comprimento, 1,82 m de largura, 1,59 m de altura e 2,61 m de entre-eixos. Ou seja, é um SUV com porte adequado às grandes cidades, que não faz o motorista passar perrengue na hora de estacionar. A contrapartida é um habitáculo de dimensões mais contidas: no banco traseiro, não chega a faltar espaço para as pernas dos ocupantes, mas também não há grande folga. E, apesar do assoalho plano, ali só dois adultos se acomodam com conforto. O compartimento de bagagem também é mediano, com 372 l de volume. Já o acabamento, com materiais macios no painel e nas forrações das portas, agrada.
Desde a versão de entrada Luxury, o Omoda 5 já traz rodas de liga-leve de 18 polegadas, controlador adaptativo da velocidade de cruzeiro, frenagem automática de emergência, assistente de mudança de faixa, faróis e limpadores com acionamento automático, ar-condicionado digital, chave presencial com botão de partida, banco do motorista com ajustes elétricos, retrovisores com rebatimento elétrico, ar-condicionado de duas zonas, câmeras com visão em 360° e carregador de celular por indução.
A topo de linha Prestige adiciona rodas de 19 polegadas (elas têm 18 polegadas na versão de entrada), head-up display, porta-malas com acionamento elétrico, teto solar (de tamanho convencional), iluminação ambiente configurável, bancos dianteiros ventilados e aquecidos, com memória para o do motorista, alerta de pontos cegos, assistente de estacionamento, sistema de som com oito alto-falantes, retrovisor interno eletrocrômico e revestimento interno bicolor.
Lexus CT 200 H CT 200 H
4. GWM Haval H6 1.5 turbo – R$ 169.990
GWM Haval H6 foi lançado em 2023, ainda importado da China; versão One chegou em 2025
Divulgação
Hoje consolidado no mercado nacional, o Haval H6 chegou em 2023, ainda importado, e marcou o início das operações da Great Wall Motors (GWM) no país, fabricante que, então, era desconhecida. Desde o início, o SUV oferecia versões com motorização híbrida plena ou do tipo plug-in: o foco aqui é a primeira, que tem preços mais acessíveis. É possível encontrar veículos do ano de lançamento por preços a partir de R$ 169.990 no Mercado Livre.
A mecânica do SUV chinês é composta por um motor 1.5 turbo, a gasolina capaz de desenvolver 150 cv de potência e 24,5 kgfm de torque, associado a uma unidade elétrica que responde por mais 177 cv e 30,6 kgfm. Os números combinados chegam a 243 cv de potência e a 55 kgfm de torque. O Haval H6 é equipado ainda com uma suspensão traseira do tipo multilink, que, porém, poderia ter melhor acerto: apesar da calibração macia, que permite que a carroceria role sobre os eixos, a absorção de irregularidades do piso não é das melhores.
Quanto ao desempenho, porém, não há do que reclamar: a GWM anuncia um tempo de apenas 7,9 s para a aceleração de zero a 100 km/h, número surpreendente para um SUV de proposta familiar. Já o consumo, para um carro híbrido, não é extraordinariamente baixo, com médias, de acordo com o PBEV, do Inmetro, de 14,4 km/l na cidade e 11,8 km/l na estrada, sempre com gasolina, único combustível que o SUV consome.
Apesar de ser classificado como um SUV médio, o Haval H6 é significativamente maior que o Toyota Corolla Cross. São 4,70 m de comprimento, 1,89 m de largura, 1,73 m de altura e 2,74 m de distância entre eixos. Assim, não falta espaço a bordo, nem mesmo para três ocupantes no banco traseiro, tampouco no porta-malas, cuja capacidade é de nada menos que 560 l. E o acabamento é caprichado, com boa montagem e materiais macios ao toque.
Quando chegou ao mercado, a linha do Haval H6 se diferenciava apenas pela mecânica: o pacote de equipamentos era o mesmo e incluía itens sofisticados, como teto solar panorâmico, head-up display, controlador de velocidade adaptativo, frenagem automática de emergência, alertas de tráfego cruzado na traseira e de pontos cegos, assistente de permanência e centralização de faixa, central multimídia com tela de 12,3 polegadas e rodas de 18 polegadas. Em 2025, veio a versão de entrada One, sem teto solar e acionamento elétrico da tampa do porta-malas, mas com a central multimídia com tela de 14,6″ que, então, já equipava a gama.
Toyota Corolla Altis Hybrid Corolla Altis Hybrid
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5. Hyundai Kona 1.6 – R$ 174.990
Design ousado, do tipo ame ou odeie, sempre caracterizou o Hyundai Kona
Hyundai/Divulgação
Híbrido pleno da gama Hyundai, o Kona chegou ao Brasil em 2023, quando ainda estava na primeira geração. A segunda linhagem chegou dois anos depois, em 2025: é justamente ela, mais recente, que está em questão aqui. Importado da Coreia do Sul, o SUV segue sendo comercializado como zero-quilômetro, mas é possível encontrar unidades seminovas por preços mais acessíveis: os classificados no Mercado Livre partem de R$ 174.990.
Mecanicamente, o Hyundai Kona se assemelha ao Kia Niro: o sistema híbrido é composto por um motor 1.6 de aspiração natural, que gera 105 cv e 14,7 kgfm, e também por uma unidade elétrica, que desenvolve 44 cv e 17,3 kgfm. A potência combinada também é de 141 cv, e o torque combinado, de 27 kgfm. Do mesmo modo, o câmbio é automatizado de dupla embreagem e seis velocidades, e há suspensão traseira independente, do tipo multilink, capaz de conciliar com competência um rodar suave com um bom comportamento dinâmico.
Com tantas similaridades, não chega a surpreender que o desempenho do Hyundai Kona seja parecido com o do Kia Niro. De acordo com o fabricante, a aceleração de zero a 100 km/h ocorre em 11,2 s. Já os números de consumo, embora próximos, são inferiores: nas tabelas do PBEV, do Inmetro, constam 18,4 km/l na cidade e 16 km/l na estrada, com gasolina: cabe pontuar que não há sistema flex.
Apesar de empregar a mesma plataforma do Kia Niro, chamada de K7, o Hyundai Kona é um pouco menor: tem 4,35 m de comprimento, 1,82 m de largura, 1,58 m de altura e 2,66 m de entre-eixos. Ou seja, o porte não atrapalha a utilização em grandes centros urbanos, nem as acomodações dos ocupantes, que contam com bom espaço para as pernas no banco traseiro. O acabamento também é condizente com a categoria e exibe materiais macios ao toque. Já o porta-malas é um pouco mais reduzido, mas o volume, de 407 l, ainda é razoável.
A atual gama do Hyundai Kona é composta por duas versões. A Ultimate, de entrada, traz telas de 12,3″ para os instrumentos e a central multimídia, ar-condicionado de duas zonas, carregador de celular por indução, banco do motorista com ajustes elétricos, sensores de estacionamento dianteiros e traseiros frenagem autônoma de emergência, alertas de ponto cego, de tráfego cruzado na traseira e de saída segura, assistentes de permanência e centralização em faixa, controlador adaptativo da velocidade de cruzeiro e rodas de liga leve aro 18.
Já a Signature, mais completa, inclui teto solar, iluminação interna personalizável, para-brisa acústico, câmeras com visão em 360 graus e de ponto cego, faróis full LED, porta-malas com abertura elétrica e bancos de couro propriamente dito.
BYD King King
6. Honda CR-V 2.0 – R$ 229.900
Honda CR-V tem tração integral e muito espaço interno
Renato Durães/Autoesporte
Tradicionalíssimo no mercado de SUVs, o Honda CR-V desembarcou no Brasil no ano 2000, mas só ganhou opção de motorização híbrida recentemente, mais precisamente em 2024. Unidades da atual geração — a sexta em âmbito global — com esse tipo de propulsão, porém, têm oferta bastante limitada e preços elevados, mesmo seminovas: no Mercado Livre, os anúncios partem de R$ 229.900.
A mecânica híbrida do Honda CR-V é semelhante à do Accord: inclui um motor 2.0 ciclo Atkinson, capaz de desenvolver 147 cv e 19,4 kgfm, e motores elétricos, que geram 184 cv e 34,2 kgfm. A potência combinada é de 207 cv, mas o torque combinado não é informado pelo fabricante. O diferencial em relação a outros SUVs é o sistema de tração integral eletrificado: graças a esse recurso e também à suspensão bem calibrada e com arquitetura multilink no eixo traseiro, o SUV exibe boa estabilidade em curvas, além de rodar confortável.
Com esse conjunto mecânico, a Honda informa um tempo de aceleração de zero a 100 km/h de apenas 8,5 s para o CR-V. O desempenho se destaca mais que o consumo, cujos índices são não mais que razoáveis em relação a outros SUVs híbridos. As médias são de 14,2 km/l na cidade e 11,6 km/l na estrada, sempre com gasolina (não há sistema flex), de acordo com as tabelas do PBEV, do Inmetro.
A atual geração do Honda CR-V é corpulenta: são 4,71 m de comprimento, 1,87 m de largura, 1,69 m de altura e 2,70 m de entre-eixos. Tais medidas não chegam a fazer do SUV um trambolho, mas já impedem que o motorista estacione em garagens ou vagas mais apertadas. A contrapartida é o espaço interno bastante folgado, capaz de acomodar cinco adultos sem desconforto. O porta-malas, de 581 l, é gigantesco. E o acabamento é um dos melhores da classe, com emprego massivo de materiais suaves ao toque.
A gama é composta por uma única versão, a Advanced, que vem equipada com bancos do motorista e do passageiro com ajustes elétricos, ar-condicionado de duas zonas, central multimídia com tela de 9 polegadas, quadro de instrumentos digital de 10,2″, carregador de celular por indução, porta-malas com abertura elétrica e sensor de movimento de pés, teto solar panorâmico e os assistentes à condução que a Honda chama de Sensing — controlador adaptativo da velocidade de cruzeiro, frenagem automática de emergência, farol alto automático e alertas de ponto cego, de saída de faixa com centralização de volante e de atenção do motorista.
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