BYD Dolphin G híbrido entrega até 212 cv e já está à venda; veja detalhes


Pouco mais de duas semanas depois da apresentação oficial, a BYD já inicia em mercados da Europa a comercialização do aguardado Dolphin G. Nova aposta da marca para o segmento de compactos híbridos, o modelo usa o conhecido conjunto plug-in DM-i do Atto 2 para entregar até 1.000 km de autonomia combinada. Os preços na região variam entre 25 mil e 30 mil euros, algo como R$ 150 mil e R$ 180 mil em conversão direta.
No portfólio da BYD, o novato está estrategicamente posicionado entre os elétricos Dolphin Mini e Dolphin, oferecendo como diferencial o conjunto PHEV. Vale dizer que o Dolphin G não é uma adaptação híbrida da família Dolphin, mas sim um veículo completamente novo e desenvolvido para atender principalmente mercados fora da China. Logo depois da Europa, o modelo chegará ao Brasil, onde será flex e produzido na fábrica de Camaçari (BA).
No visual, o Dolphin G adota identidade própria e integra elementos como faróis em LED pontiagudos interligados por uma faixa em preto brilhante, maçanetas semi-ocultas, teto alto e ampla área envidraçada. Na traseira, as lanternas formam uma única peça e têm iluminação em LED com gráficos exclusivos. Dependendo da versão, as rodas podem ser de 16 ou 18 polegadas.
BYD Dolphin G tem 4,16 metros de comprimento e visual exclusivo na comparação com o Dolphin elétrico
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Em dimensões, o hatch híbrido possui 4,16 metros de comprimento, 1,82 m de largura, 1,57 m de altura e 2,61 m de distância entre-eixos. Para efeito de comparação, o Dolphin convencional mede 4,12 m de comprimento e chega aos 4,29 m na versão Plus, sempre com 2,70 m de entre-eixos. Já o Dolphin Mini conta com 3,78 metros de comprimento (ou 3,99 m na versão para Europa) e 2,50 m de entre-eixos.
Na dianteira, BYD Dolphin G tem faróis pontiagudos e para-choque bem recortado
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Painel e equipamentos do Dolphin G
Até então desconhecido, o interior do Dolphin G é finalmente revelado agora pela BYD. O painel exibe quadro de instrumentos digital à frente da direção e multimídia em posição central, além de materiais variados na composição do acabamento (incluindo detalhes em preto brilhante e elementos prateados).
Painel do BYD Dolphin G tem multimídia de até 12,8 polegadas e console com amplo porta-objetos
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Destaque ainda para o volante multifuncional de três raios — padrão em quase todos os carros da marca — e o console central elevado, que abriga uma fileira de botões físicos, porta-copos expostos e um carregador sem fio. A capacidade do porta-malas é de 425 litros, aumentando para 1.225 litros com os bancos da segunda fileira rebatidos.
BYD Dolphin G tem 2,61 metros de entre-eixos e leva até cinco ocupantes
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Para mercados da Europa, o Dolphin G é oferecido em quatro versões: Active, Boost, Comfort e Sport. A opção de entrada oferece faróis de LED, sensores de estacionamento dianteiros e traseiros, bancos de tecido, painel de instrumentos digital de 8,8 polegadas, tela multimídia de 10,1 polegadas, ar-condicionado automático, câmera de ré, controle de cruzeiro adaptativo, frenagem automática e assistente de permanência na faixa.
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No porta-malas, BYD Dolphin G acomoda até 425 litros
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A versão Boost adiciona um multimídia de 12,8 polegadas, volante e bancos dianteiros aquecidos, carregamento sem fio e a função Vehicle-to-Load (V2L), que permite usar a energia do carro para alimentar dispositivos elétricos externos. Já a versão Comfort conta com teto solar panorâmico, head-up display e câmera 360 graus. Por fim, a variante Sport apresenta emblemas exclusivos, rodas pretas e estofamento em camurça sintética.
BYD Dolphin G quatro versões de acabamento na Europa: Active, Boost, Comfort e Sport
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Dolphin G tem 1.000 km de autonomia
Mecanicamente, o conjunto híbrido plug-in DM-i do Dolphin G é praticamente o mesmo recém-adotado no Brasil pelo SUV compacto Atto 2. O sistema combina um motor 1.5 aspirado de quatro cilindros a gasolina com 95 cv — que por aqui já é flex — com uma máquina elétrica instalada no eixo dianteiro.
Na mecânica, BYD Dolphin G adota o mesmo conjunto DM-i do Atto 2 e no Brasil será flex
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Na versão básica, o conjunto entrega 175 cv e 21,4 kgfm de torque, além de contar com uma bateria de 7,4 kWh que garante autonomia de 40 km no modo elétrico, segundo o ciclo WLTP. Nas demais versões, a potência combinada sobe para 212 cv e a bateria passa a ser de 18 kWh, gerando alcance elétrico de 90 a 105 km. A autonomia total, independentemente da bateria, supera os 1.000 km.
Em qualquer caso, o hatch acelera de 0 a 100 km/h em 8,3 segundos e tem velocidade máxima de 180 km/h. No Brasil, como dito, o Dolphin G será flex e terá produção nacional na fábrica de Camaçari (BA).
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