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Comprar carro que foi mal em teste de segurança não é problema para o brasileiro

14/08/2023

Muitos carros cresceram nas vendas mesmo depois de zerar nos testes de segurança do Latin Ncap Nos últimos anos, carros de muito volume de venda foram mal nos testes de segurança do Latin NCap. Recentemente, o Citroën C3 zerou a avaliação e o resultado foi considerado “vergonhoso” pelo órgão avaliador.
O hatch foi avaliado antes da metade do mês passado, mas as vendas não foram afetadas, uma vez que os emplacamentos aumentaram de junho para julho. Porém, o C3 não está sozinho nessa.
Autoesporte relembra alguns modelos testados na atual regra de aferições do Latin NCap que receberam notas baixíssimas e não tiveram queda nas vendas posteriormente, com exceção de um carro. Os números mostram que um carro que foi mal nos testes de segurança não é um impeditivo para muitos brasileiros fecharem negócio.
É preciso ressaltar que o Latin NCap é uma entidade independente e que as normas de segurança para os veículos são definidas pelos governos de cada país. Entretanto, também é preciso dizer que esses testes são de extrema importância para as fabricantes, seja para o bem ou para o mal. Os números de vendas são da Fenabrave, associação que representa as concessionárias.
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Citroën C3
Citroën C3 zerou nos testes do Latin NCAP em julho
Divulgação
Vamos começar pelo caso mais recente. Fabricado em Porto Real (RJ), o hatch compacto teve pior resultado na proteção para crianças, atingindo apenas 5,93 pontos, o que representa 12,1% do total. Para passageiros adultos, a pontuação foi de 12,21 (30,52%), 23,88 (49,74%) para pedestres e outros usuários vulneráveis da estrada e 15 (34,88%) para sistemas de assistência à segurança.
Segundo a entidade, a classificação de zero estrela para o C3 se deve “à estrutura instável, à fraca proteção contra colisões frontais, à falta de proteção lateral para a cabeça e à falta de lembrete de uso do cinto de segurança”.
Citroën C3 não perdeu vendas pelas maus resultados
Divulgação
Certamente foram dias turbulentos dentro da Citroën do Brasil em julho, mas, nas concessionárias, não. Se em junho o C3 vendeu 2.930 modelos, os emplacamentos saltaram para 3.030 carros em julho, portanto, não houve efeito negativo: subiu 3,4%. Lembrando que o mês de julho tem 31 dias e os testes foram realizados no dia 13, ou seja, o carro ficou à venda quase 20 dias após os testes.
Mas, se você acha o resultado muito recente e quer esperar o mês de agosto para ver se tem algum efeito, vamos com outros exemplos para ter mais margem para análise.
Fiat Cronos
Cronos zerou no teste em dezembro de 2021
Auto Esporte
Em dezembro de 2021, o órgão levou o Cronos para uma bateria de avaliações, que incluiu testes de impacto frontal, impacto lateral, chicotada cervical (whiplash) e proteção de pedestres. Dos 100%, o sedã compacto atingiu 24% em proteção para adultos, 10% para crianças, 37% para pedestres e apenas 3% nos sistemas de assistência à segurança. O fraco desempenho rendeu zero estrela para o carro.
O teste foi realizado no dia 3 de dezembro, portanto, o carro ficou praticamente um mês à venda após zerar nos testes. O resultado? Em novembro anterior o Cronos emplacou 3.545 carros, já em dezembro, curiosamente, as vendas dispararam e foram para 4.535 emplacamentos, praticamente mil unidade à mais, ou 27,9%.
Renault Duster
Renault Duster perdeu três estrelas entre primeira e segunda avaliação
Divulgação
O Renault Duster foi avaliado em 2021 e saiu de quatro estrelas – dos testes feitos em outubro de 2019 – para zero estrela, devido às mudanças de critérios do Latin NCap. Na nova avaliação, o utilitário obteve notas baixas em quase todos os aspectos. A proteção para passageiros adultos ficou em 29%, para crianças em 23% e para pedestres, 51%.
O teste foi feito em agosto, no dia 27, portanto, não temos margem para dizer que houve influência naquele mês que o SUV vendeu 945 carros. Em setembro, mês completo após o Duster zerar, o modelo emplacou 1.056 unidades (+ 11,7%) e as vendas seguiram subindo consideravelmente: 1.408 em outubro – 49% a mais do que agosto.
Chevrolet Onix
Chevrolet Onix tirou zero estrela em 2017
Auto Esporte
Outro que zerou nos testes foi o Chevrolet Onix, no dia 11 de maio 2017. O exemplo é mais antigo, entretanto, o hatch era o carro mais vendido do Brasil na época. Em abril, as vendas foram de 12.688 unidades e em maio elas saltaram para 15.007, ou 18,3% a mais.
Em junho, um mês após o ocorrido, houve discreta queda para 14.922 (- 0,5%), mas em julho o Onix já recuperou e bateu 15.234 vendas (+2,1%). O modelo fechou 2017 como o carro mais vendido do Brasil.
Fiat Strada
Órgão considerou a estrutura da Strada como “instável”, incluindo a área dos pés
Divulgação
Outro exemplo de veículo mais vendido do Brasil, a Strada deixou a desejar no teste realizado em 2022 e recebeu uma das cinco estrelas possíveis. O órgão considerou a estrutura da Strada como “instável”, incluindo a área dos pés. Além disso, alertou que os airbags laterais têm tamanho reduzido e não foram acionados de forma correta.
Embora a nota seja válida para as versões de cabine simples e dupla, as configurações não tiveram o mesmo desempenho por categoria. Assim, a versão com cabine simples alcançou 47,47% de proteção para ocupante adulto, 22,08% para crianças, 40,23% na proteção de pedestres e usuários vulneráveis e 41,86% em relação aos sistemas de assistência à segurança.
Já a versão de cabine dupla foi pior na proteção de adultos, com 41,39%, igual no índice de proteção a pedestres, com 40,23%, e melhor ao proteger crianças, 52,96%, e nos sistemas de assistência à segurança, com 48,84%.
O teste aconteceu no dia 20 de outubro e naquele mês a picape vendeu 8.040 carros, já em novembro, mês completo após os resultados negativos, a Strada licenciou 9.236 exemplares; 14,9% superior. Em dezembro houve ligeira queda — menos de 100 carros — para 9.166 (- 0,7%).
Fiat Argo
Crash test Latin NCAP Fiat Argo (Foto: Latin NCAP)
Auto Esporte
Para fechar a lista está o Fiat Argo que passou pelo mesmo teste que o Cronos, no mesmo dia e teve a mesma nota: zero estrela. Este foi o único caso em que as vendas caíram.
Em novembro o hatch vendeu 6.340 carros e em dezembro despencou para 4.509, ou seja, quase 2 mil unidades ou 28,9% a menos. Em janeiro, normalmente o pior mês de vendas do ano, o Argo emplacou 2.676 carros. A partir de fevereiro começou a retomada com 4.376 vendas.
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