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Donald Trump quer mudar forma como indústria de carros funciona há décadas

03/06/2025
Donald Trump quer mudar forma como indústria de carros funciona há décadas

Com protecionismo simplista, presidente dos Estados Unidos tenta transformar um setor complexo, que depende do intercâmbio comercial entre países para funcionar O “tarifaço” de Donald Trump tem sido um dos temas mais comentados desde que ele reassumiu o cargo de presidente dos Estados Unidos. A elevação do Imposto de Importação atinge vários produtos. Mas, no caso da indústria automotiva, a medida não envolve só o encarecimento de veículos e peças. Trump mexeu num modelo de produção que há décadas move a indústria.
Ao contrário de outros setores, ao sobretaxar carros importados, o governo de um país não consegue simplesmente fazer com que automaticamente esses mesmos produtos passem a ser fabricados internamente. Não é assim que a indústria automobilística funciona.
Trump ameaça dinâmica histórica da indústria automotiva com sobretaxa de veículos importados
Ilustração: Pablo Gonzalez / Getty Images
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A dinâmica e a sincronia das linhas de montagem espalhadas pelo mundo seguem uma lógica mais complexa, que envolve variados aspectos, como disponibilidade local de insumos, custos de mão de obra e a existência de acordos de intercâmbio comercial entre países, para citar alguns.
É comum que determinado veículo montado em um país tenha componentes produzidos em outro. Acordos de livre comércio trazem outras oportunidades. O Mercosul permite que as montadoras dividam as linhas de produção entre Brasil e Argentina conforme o tipo de veículo — picapes num lado da fronteira e carros de passeio no outro, por exemplo.
Linha de produção da Nissan Frontier em Córdoba (Argentina); tarifaço pode prejudicar intercâmbio entre países para a produção de veículos
Divulgação
Essa diversificação do trabalho não envolve só manufatura. Os centros de desenvolvimento de produto se concentram em poucos países, mas trabalham globalmente. A equipe de engenharia que a Ford mantém na Bahia, por exemplo, desenvolve projetos da marca para todas as partes do mundo.
Essa dinâmica faz, também, com que alguns países se dediquem à exportação mais do que outros. É o caso de Coreia do Sul e México, o país mais castigado pelo “tarifaço” de Trump em veículos e autopeças.
O México é o quinto maior produtor de veículos no mundo, atrás de Índia, Japão, Estados Unidos e China, na liderança. Até o ano passado, era também o quinto maior exportador de veículos.
Por que montadoras estão em crise, demitindo em massa e fechando fábricas?
Como marcas de carro tradicionais se renderam às chinesas para sobreviver
China lidera ranking de países que mais produzem veículos no mundo
Getty Images
Em 2024, as fábricas de veículos mexicanas destinaram ao mercado externo 87% da produção, sendo que 80% da produção total seguiu para os EUA. Os modelos produzidos no país, em sua maioria, foram desenvolvidos para atender o padrão americano. Uma parte das linhas de veículos mais simples é exportada para o Brasil.
Segundo a Associação Mexicana da Indústria Automobilística (Amia), em território mexicano se espalham 37 fábricas de veículos, motores e transmissões, que empregavam um total de 84 mil pessoas antes do “tarifaço” de Trump. O custo da mão de obra mexicana é apontado pelo setor como um dos mais baixos do mundo.
Produção do Volkswagen T-Cross em São José dos Pinhais (PR); Anfavea antecipa receio de que linhas de produção brasileiras sejam transferidas para o México
Divulgação/Volkswagen
A Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) já expressou o receio de que o Brasil seja afetado pelas mudanças à medida que o aumento da ociosidade nas fábricas mexicanas leve a uma transferência de linhas do Brasil para o México, com consequente diminuição dos futuros investimentos em nosso país.
O tempo dirá quais serão as consequências do protecionismo de Trump e em que medida ele conseguirá mexer na histórica dinâmica da indústria automobilística.
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