Citroën C3 e Aircross estão prestes a trocar os itens mais polêmicos

Executivo na Índia confirmou que dupla terá chave do tipo canivete e ar-condicionado automático antes de facelift Desde o lançamento dos Citroën C3 e C3 Aircross, um dos alvos principais das críticas foi a falta de requinte em alguns equipamentos. A chave, que costuma ser a primeira impressão de um carro, por exemplo, esbanja simplicidade por ter pantógrafo fixo e não ser nem do tipo canivete — algo que passou a ser comum no começo da década passada, mesmo em modelos de entrada como Fiat Mobi ou Renault Kwid.
Mas isso está perto de mudar, pelo menos na Índia, onde a nova família C3 vendida no Brasil foi desenvolvida, em parceria com o Brasil. O COO da Stellantis no país, Ashwani Muppasani, disse à mídia indiana que a chave dobrável, ou canivete, além de outras melhorias, chegarão em breve nos modelos.
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“Sabemos que deixamos passar alguns problemas, mas estamos trabalhando para resolvê-los muito rapidamente. Nossa equipe está se movendo muito rápido e você verá isso em breve”, disse Muppasani à revista Autocar indiana.
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Segundo a publicação, o executivo disse que o problema da chave será resolvido ainda neste semestre. Em julho, outra novidade será a oferta do ar-condicionado automático digital, equipamento presente até em carros mais baratos que a versão top de linha do Aircross no Brasil. A Autocar também fala em faróis de LED, embora o executivo não tenha tocado no assunto.
Citroën C3 e C3 Aircross terão ar-condicionado digital
Divulgação
Essas mudanças, segundo a revista, virão antes da reestilização que o C3 terá na Índia provavelmente no ano que vem. O COO teria dito à publicação que o hatch ficará bem diferente, mas que manterá um “toque francês”. Podemos esperar, então, que alguns elementos do E-C3 europeu sejam usados na versão indiana e que, posteriormente, possam vir ao Brasil.
Consultada, a Citroën do Brasil disse que não comenta planos futuros da empresa. Executivos da marca, no entanto, já disseram que as demandas dos clientes seriam ouvidas e que ajustes necessários seriam feitos ao longo do tempo. Ou seja, realmente podemos esperar a troca desses itens polêmicos no Brasil também.
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