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Chevroler Tracker 2027: conheça todas as versões do SUV compacto

13/08/2026
Chevroler Tracker 2027: conheça todas as versões do SUV compacto


O Chevrolet Tracker é um competidor de respeito no segmento de SUVs compactos. Atualmente, ele é o terceiro colocado da categoria, posição invejável quando se considera que o leque de opções é formado por mais de dez modelos, de diferentes fabricantes.
O SUV compacto já está na terceira geração, desenvolvida sobre a plataforma GEM, do Onix: a primeira era aquela que não passava de um Suzuki Vitara de segunda linhagem rebatizado, enquanto a segunda era diretamente derivada do Opel Mokka. A atual safra, única até então produzida em solo nacional, foi lançada em 2020 e passou por uma reestilização no último mês de maio, que marcou a chegada da linha 2027.
Quem quer um Tracker 0 km precisa escolher cinco versões: a de entrada, chamada apenas de Turbo AT, tem foco em vendas diretas e para o público PcD; depois, vêm as configurações LT, LTZ, Premier e RS, nessa ordem. Mas qual delas entrega a melhor relação custo-benefício? Confira a análise a seguir e descubra a resposta para essa pergunta.
Versões de entrada
Versão LT do Chevrolet Tracker adiciona assistentes à condução
Renato Durães/Autoesporte
A versão Turbo AT tem preço convidativo, de R$ 119.990, mas além de não ser voltada a pessoas físicas, é muito básica: o conteúdo de série inclui seis airbags (frontais, laterais e do tipo cortina), assistente de partida em rampas, ar-condicionado manual, direção elétrica, vidros, travas e retrovisores elétricos, chave presencial com botão de partida, sensores de ré, sistema start-stop e faróis de LED com acendimento automático. Essa configuração tem central multimídia (com tela menor que as demais, de tamanho não informado pela Chevrolet) , com conexão sem fio para smartphones, mas os instrumentos são analógicos, as rodas, de aro 17, são de aço estampado, com calotas, e não há racks de teto.
A versão seguinte, a LT, que já salta para R$ 146.690, mas adiciona um pacote interessante de assistentes à condução, composto por alertas de detecção frontal de pedestres e ciclistas, frenagem automática de emergência (a Chevrolet informa apenas que ele funciona “em baixa velocidade”, sem especificar o limite) e sistema auxiliar de permanência em faixa. Há também uma central multimídia com tela de 11 polegadas, câmera de ré, quadro de instrumentos digital de 8 polegadas e os racks de teto. Mas simplicidades como as rodas de aço com calotas e o ar-condicionado manual permanecem.
Versão LTZ é a mais vantajosa da linha do Chevrolet Tracker
Multimídia com tela de 11 polegadas, quadro digital de 8 polegadas e revestimento que imita couro vêm de série na LTZ
Divulgação
A versão LTZ, posicionada exatamente no meio da gama, é a que apresenta o melhor custo benefício para quem procura um Chevrolet Tracker. Pelo preço de R$ 162.890 (R$ 16.200 a mais), ela adiciona lanternas de LED, sistema de monitoramento da pressão dos pneus, bancos revestidos em material que imita couro e o útil alerta de ponto cego, além do ar digital e das rodas de liga leve de 17 polegadas.
Nas três versões citadas até aqui, o motor é 1.0 turbo de três cilindros, com injeção direta, aquele que tem correia dentada úmida, que exige a utilização de óleo com a especificação Dexos 1 Gen 3. Ele é capaz de desenvolver 115,5 cv de potência tanto com gasolina quanto com etanol. O torque é de 18,3 kgfm com o primeiro combustível e de 18,9 kgfm com o segundo. O câmbio é sempre automático de seis marchas.
Versões mais completas
Versão RS é a top de linha: custa R$ 180.790 e tem como principal diferença a decoração esportiva
Divulgação/Chevrolet
Acima da versão LTZ, vem a Premier, que dá direito a equipamentos como assistente de estacionamento, teto solar panorâmico, sensores de estacionamento dianteiros, retrovisor interno eletrocrômico, limpadores de pára-brisa com acionamento automático, carregador de celular por indução e porta-malas com assoalho móvel, além de rodas de liga leve com acabamento diamantado, também de 17 polegadas, e revestimento interno bicolor. Porém, fora o fato de que esses itens não são propriamente imprescindíveis, o preço de compra já chega a R$ 179.790 (R$ 16.900 a mais que a configuração LTZ e R$ 33.100 a mais que a LT).
Por fim, há ainda a RS, que chega a R$ 180.790, mas se diferencia da Premier unicamente por itens visuais, como rodas, emblemas e rack de teto na cor preta, grade frontal com trama em formato de colmeia e acabamento com detalhes nas cores preta brilhante e vermelha.
É verdade que, na Premier e na RS, o motor é 1.2 — também de três cilindros, turbo, com injeção direta e correia dentada banhada a óleo — mas a diferença de potência e torque nem é tão grande assim: nesse caso, são 141 cv e 22,9 kgfm com etanol ou 139 cv e 22,4 kgfm. O câmbio é o mesmo automático de seis velocidades. Para efeito de comparação, com essa mecânica, um Chevrolet Tracker acelerou de zero a 100 km/h em 9,3 segundos, em um teste que a Autoesporte publicou em agosto de 2025. Já o 1.0 turbo cumpre a prova de arrancada em 10,9 s, nesse caso de acordo com o fabricante.
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Consumo do Chevrolet Tracker
Motor 1.0 turbo tem melhores números de consumo que o 1.2 turbo
Divulgação
Com o motor 1.0 turbo, o Chevrolet Tracker é ligeiramente mais econômico, outro fator que corrobora com a melhor relação custo-benefício da versão LTZ. o Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular (PBEV), do Inmetro, indica, na cidade, consumo de 8,1 km/l com etanol e de 11,5 km/l com gasolina. Na estrada, as médias vão para 9,9 km/l (E) e 13,8 km/l (G). Para efeito de comparação, as configurações Premier e RS, ambas 1.2 turbo, fazem, em ciclo urbano, 7,6 km/l (E) e 11 km/l (G). Em trajetos rodoviários, os números vão para 9,7 km/l (E) e 13,7 km/l (G).
Dimensões
Independentemente da motorização, o Chevrolet Tracker tem 4,30 metros de comprimento, 1,79 m de largura, 1,62 m de altura e 2,57 m de entre-eixos. Tal qual a maioria dos concorrentes, o habitáculo acomoda bem quatro ocupantes adultos, mesmo os de estatura mais elevada, mas fica um tanto apertado com cinco a bordo. Já o porta-malas, de 393 litros, não é pequeno, mas fica aquém da média da categoria. O acabamento interno é simples, com muito plástico duro e algumas superfícies emborrachadas.
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Mais Lidas
Nota de transparência: Autoesporte mantém uma parceria comercial com lojas parceiras. Ao clicar no link da varejista, Autoesporte pode ganhar uma parcela das vendas ou outro tipo de compensação. Os preços mencionados podem sofrer variação e a disponibilidade dos produtos está sujeita aos estoques. Os valores indicados no texto são referentes a julho de 2026.

Fonte: Read More 

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