BYD Dolphin GT será o nome de versão híbrida flex do carro no Brasil


BYD Dolphin GT será o nome do hatch híbrido plug-in (PHEV) flex que deverá chegar ao Brasil em fevereiro do ano que vem. Dessa forma, o modelo terá uma pequena mudança do nome original apresentado na Europa em julho, onde ele se chama Dolphin G. As informações foram divulgadas por Jorge Moraes, da CNN.
Autoesporte já havia antecipado a chegada desse carro para o mercado brasileiro e, em julho deste ano, pouco depois do modelo ser apresentado na Europa, o vice-presidente sênior da BYD no Brasil, Alexandre Baldy, confirmou a informação. O objetivo da marca chinesa é seguir a mesma estratégia dos SUVs, onde o Atto 2 surgiu como versão híbrida do Yuan Pro.
BYD Dolphin GT usará o mesmo conjunto híbrido plug-in do Atto 2
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Ainda não sabemos a faixa de preço que o modelo será posicionado por aqui. Mas, usando como base os preços do BYD Dolphin G na Europa, que variam entre 25 mil e 30 mil euros, podemos projetar algo como R$ 150 mil e R$ 180 mil em conversão direta.
O que não precisamos esperar é para saber como esse carro anda, já que Autoesporte testou o modelo com exclusividade na Europa. Também não precisamos esperar para cravar que ele será produzido na fábrica de Camaçari (BA).
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No portfólio da BYD, o novato está estrategicamente posicionado entre os elétricos Dolphin Mini e Dolphin, oferecendo como diferencial o conjunto PHEV. Vale dizer que o Dolphin G não é uma adaptação híbrida da família Dolphin, mas sim um veículo completamente novo e desenvolvido para atender principalmente mercados fora da China.
BYD Dolphin GT tem rodas entre aro 16 e aro 18 na Europa
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Motorização e baterias do BYD Dolphin GT híbrido plug-in flex
De acordo com apurações exclusivas de Autoesporte, o BYD Dolphin GT deve ter a mesma motorização e baterias presentes no BYD Atto 2. Ou seja, o motor 1.5 aspirado de quatro cilindros, 16 válvulas e injeção indireta multiponto a um motor elétrico. O mesmo conjunto também presente no Song Pro Flex.
Na versão de entrada, o Atto 2 traz 177 cv, enquanto a topo de linha terá 197 cv. O torque é sempre de 30,6 kgfm. O câmbio é automático do tipo e-CVT com uma única engrenagem mecânica. No teste da Autoesporte na versão mais potente do Atto 2, a aceleração de 0 a 100 km/h ficou em 9,9 segundos.
BYD Dolphin GT mistura materiais macios ao toque com detalhes em preto brilhante e plás
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Na opção mais barata do Atto 2, a bateria é de 7,8 kWh contra 18 kWh da opção topo de gama. Ainda precisamos esperar o modelo chegar ao Brasil para ter os números de consumo, mas usando como base o Atto 2, podemos antecipar algo sobre a autonomia elétrica. Na configuração GL, o alcance chega a 33 km em modo elétrico, segundo o Inmetro. Já a GS aumenta esse índice para 75 km sem ajuda do motor a combustão.
Algo que pode mudar no Dolphin GT é o sistema de recarga das baterias, já que o Atto 2 não aceita recarga rápida, mas o novo hatch poderá ter. Já na recarga lenta, a versão de entrada do Atto 2 suporta até 3,3 kW, subindo para 6,6 kW na topo de linha.
BYD Dolphin GT tem menos espaço no banco traseiro do que a versão elétrica
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Como é o BYD Dolphin G na Europa
O Dolphin G na Europa adota identidade própria e integra elementos como faróis em LED pontiagudos interligados por uma faixa em preto brilhante, maçanetas semi-ocultas, teto alto e ampla área envidraçada. Na traseira, as lanternas formam uma única peça e têm iluminação em LED com gráficos exclusivos. Dependendo da versão, as rodas podem ser de 16 ou 18 polegadas.
O painel exibe quadro de instrumentos digital à frente da direção e multimídia em posição central, além de materiais variados na composição do acabamento (incluindo detalhes em preto brilhante e elementos prateados).
Destaque ainda para o volante multifuncional de três raios — padrão em quase todos os carros da marca — e o console central elevado, que abriga uma fileira de botões físicos, porta-copos expostos e um carregador sem fio. A capacidade do porta-malas é de 425 litros, aumentando para 1.225 litros com os bancos da segunda fileira rebatidos.
BYD Dolphin GT tem espaço para até 425 litros de bagagem no porta-malas
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Para mercados da Europa, o Dolphin G é oferecido em quatro versões: Active, Boost, Comfort e Sport. A opção de entrada oferece faróis de LED, sensores de estacionamento dianteiros e traseiros, bancos de tecido, painel de instrumentos digital de 8,8 polegadas, tela multimídia de 10,1 polegadas, ar-condicionado automático, câmera de ré, controle de cruzeiro adaptativo, frenagem automática e assistente de permanência na faixa.
A versão Boost adiciona um multimídia de 12,8 polegadas, volante e bancos dianteiros aquecidos, carregamento sem fio e a função Vehicle-to-Load (V2L), que permite usar a energia do carro para alimentar dispositivos elétricos externos. Já a versão Comfort conta com teto solar panorâmico, head-up display e câmera 360 graus. Por fim, a variante Sport apresenta emblemas exclusivos, rodas pretas e estofamento em camurça sintética.
BYD Dolphin GT tem teto panorâmico na versão mais cara
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Dimensões do BYD Dolphin G
Em dimensões, o híbrido tem 4,16 metros de comprimento, 1,82 m de largura, 1,57 m de altura e 2,61 m de distância entre-eixos. Para efeito de comparação, o Dolphin convencional mede 4,12 m de comprimento e chega aos 4,29 m na versão Plus, sempre com 2,70 m de entre-eixos. Já o Dolphin Mini conta com 3,78 metros de comprimento (ou 3,99 m na versão para Europa) e 2,50 m de entre-eixos.
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