Conheça 8 carros novos de BYD, GWM e Toyota com motor híbrido flex


O primeiro carro híbrido do Brasil foi o Ford Fusion, lançado em 2010. Muita gente provavelmente se lembra do Toyota Prius, lançado em 2013. Em comum, além da tecnologia híbrida, ambos eram abastecidos somente com gasolina, mesmo com o carro flex já existindo desde 2003.
O primeiro híbrido flex do Brasil e do mundo só apareceu em 2019, com a atual geração do Toyota Corolla. No entanto, hoje o número de carros híbridos em nosso mercado é consideravelmente maior graças à chegada das montadoras chinesas, mas o número de modelos flex não acompanhou o mesmo ritmo.
GWM Tank 300 é o primeiro híbrido plug-in flex do mundo
André Paixão/Autoesporte
No entanto, se você está procurando por modelos híbridos flex, saiba que no Mercado Livre há algumas opções. Confira abaixo.
Toyota – Corolla, Corolla Cross e Yaris Cross
Toyota Corolla GLI é a opção mais barata entre as versões híbridas do sedã
Divulgação/Toyota
A pioneira Toyota oferece três carros com motorização híbrida flex, sempre com tecnologia híbrida plena (HEV) — ou seja, que dispensa recarga externa. A família Corolla usa o motor 1.8 aspirado de ciclo Atkinson, de 101 cv e 14,5 kgfm, com dois propulsores elétricos de 72 cv e 16,6 kgfm de torque associados. A potência combinada é de 122 cv, enquanto o torque combinado não é divulgado pela marca.
O consumo do Corolla sedã é de 12,5 km/l na cidade e 10,7 km/l na estrada com etanol, enquanto, com gasolina, os números sobem para 17,5 km/l no ciclo urbano e 15,2 km/l no rodoviário. Já o Corolla Cross faz 11,8 km/l na cidade e 9,6 km/l na estrada com etanol, ou 17,7 km/l e 14,6 km/l com gasolina, respectivamente.
Toyota Corolla Cross tem a mesma mecânica do sedã
Renato Durães/Autoesporte
Já o Yaris Cross é equipado com motor 1.5 aspirado flex, de 91 cv a 5.500 rpm e 14,5 kgfm a 4.800 rpm, que trabalha em ciclo Atkinson em conjunto com o motor elétrico de 80 cv e 14,5 kgfm. A potência combinada é de 111 cv, enquanto o torque combinado não foi divulgado. O consumo é de 17,9 km/l na cidade e 15,3 km/l na estrada com gasolina, enquanto, com etanol, os números são os seguintes: 15,3 km/l no ciclo urbano e 10,8 km/l no rodoviário.
Toyota Yaris Cross é o único SUV compacto híbrido pleno flex do mercado
André Schaun/Autoesporte
Em questão de preços, entre os modelos disponíveis na loja oficial do Mercado Livre, o Yaris Cross XRE Hybrid é vendido por R$ 172.390, e o XRX, por R$ 189.990.
Já o Corolla híbrido mais barato é representado pela versão GLi, tabelada em R$ 196.990, valor que sobe para R$ 211.990 no Altis Premium.
Mas, se preferir o Corolla Cross, terá de desembolsar R$ 226.120 pelo SUV médio na versão XRX Hybrid.
GWM – Haval H6, Haval H7 e Tank 300
GWM Haval H6 ganhou motorização flex esse ano
Renan Rodrigues/Autoesporte
A GWM é uma das marcas chinesas que chegaram ao Brasil recentemente. E foi a primeira a investir na atualização do motor para consumir etanol. Aliás, o Tank 300 detém o título de primeiro híbrido plug-in (PHEV) flex do mundo. Atualmente, a marca oferece três modelos com tecnologia flex.
Começando pelo Haval H6, o SUV híbrido mais vendido do Brasil oferece duas tecnologias, sempre com motor 1.5 turbo. Há duas versões HEV — ou seja, híbridas plenas como o Corolla —, que entregam 248 cv e 54,5 kgfm de torque.
Acima está o H6 PHEV19, com 326 cv e 54,5 kgfm, um híbrido plug-in, que necessita de recarga externa. Por fim, as versões topo de linha, PHEV34 e GT, desenvolvem 393 cv e 65,5 kgfm.
Após as atualizações, o consumo de combustível por versão passou a ser o seguinte:
Consumo GWM Haval H6
Os preços do Haval H6 começam em R$ 199.990 para versão HEV One, sobem para R$ 224.00 na configuração HEV2.
A PHEV19 é vendida a partir de R$ 249.000, enquanto a PHEV35 sobe para R$ 290.000. A versão GT, única com carroceria cupê, é comercializada por R$ 326.000.
GWM Haval H7 tem visual off-road e plataforma do H6
Divulgação/GWM
Agora, se você quer unir o conforto de um SUV monobloco, como é o H6, com o estilo de um SUV fora de estrada, como é o Tank 300, a GWM acaba de apresentar o H7. Apesar do estilo quadrado, ele divide plataforma e motorização com o Haval H6.
Neste caso, o motor segue o 1.5 turbo flex, mas com entrega total somada aos elétricos de 370 cv e 77 kgfm de torque. Se nas versões do Haval H6 os números indicam o tamanho da bateria, no H7 a capacidade fica no meio do caminho: 27,5 kWh. Segundo o Inmetro, o consumo é de 11,9 km/l e 7,7 km/l na cidade com gasolina e etanol, respectivamente. Em rodovias, os números do Inmetro apontam para 10,1 km/l (gasolina) e 6,9 km/l (etanol). O preço é de R$ 261.000.
GWM Tank 300 foi o primeiro híbrido flex plug-in do Brasil e do mundo
André Paixão/Autoesporte
Por fim, se você quer um SUV com muitas valências no off-road, o Tank 300 é a resposta. Neste caso, estamos diante de um modelo feito sobre chassi, como a picape Poer. O motor é um 2.0 turbo flex associado a um motor elétrico para chegar a 394 cv e o torque chega a impressionantes 76,4 kgfm. Segundo o Inmetro, o SUV faz 18,3 km/l na cidade e 18,8 km/l na estrada com gasolina. Com etanol, os números descem para 13,1 km/l e 14,1 km/l, respectivamente. O preço sugerido é de R$ 342.000.
Vale lembrar que medições de carros híbridos são feitas com a bateria em carga mínima, os números são consideravelmente maiores ao levar em consideração o consumo equivalente de eletricidade.
BYD – Atto 2 e Song Pro
BYD Atto 2 é o único SUV compacto híbrido plug-in flex
Renato Durães/Autoesporte
A BYD tem dois modelos com tecnologia flex: Atto 2 e Song Pro. Ambos são híbridos do tipo plug-in e compartilham o motor 1.5 aspirado flex, que rende 97 cv. No entanto, há diferenças de bateria e potência dos motores elétricos.
Começando pelo Atto 2, o SUV é vendido na versão GL com 177 cv, enquanto a topo tem 197 cv. O torque é sempre de 30,6 kgfm. A configuração mais fraca tem bateria de 7,8 kWh contra 18 kWh para a versão GS. Isso afeta diretamente o consumo.
BYD Song Pro GS tem bateria consideravelmente maior que o GL
Divulgação
A versão GL faz 11,7 km/l na cidade com etanol, número que cai para 10,5 km/l em rodovias. Já com gasolina, as médias sobem para 15,8 km/l em perímetro urbano e 13,5 km/l na estrada. A GS faz 11,8 km/l na cidade e 10,7 km/l na estrada. Com gasolina, faz 15,5 km/l, ou seja, levemente pior que a GL, enquanto na estrada melhora no comparativo: 13,9 km/l. A versão GS está disponível no Mercado Livre por R$ 169.990.
Já o Song Pro flex, apresentado na linha 2027, tem 218 cv na versão GL e 219 cv na configuração GS, enquanto o torque é de 30,5 kgfm. A configuração de entrada tem bateria de 13,1 kWh, enquanto a mais cara usa unidades de 18,3 kWh. O consumo tem leves alterações:
Consumo Song Pro Flex
Os preços do Song Pro partem de R$ 189.990 e chegam a R$ 199.990 na loja oficial da BYD no Mercado Livre.
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