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Donos de carros elétricos relatam perda de autonomia após atualização remota

11/05/2026
Donos de carros elétricos relatam perda de autonomia após atualização remota


Quem compra um carro elétrico tem uma preocupação principal: a autonomia. Diferente dos veículos híbridos, que contam com o suporte do motor a combustão, o dono de um elétrico depende totalmente da energia armazenada na bateria. Agora, imagine acordar e descobrir que, após uma atualização de software para diminuir riscos de incêndio, seu carro roda muito menos do que quando foi comprado? Pois bem, essa polêmica está tomando conta do setor automotivo na China.
Uma investigação da emissora estatal China Media Group revelou o chamado “bloqueio de bateria”. Por meio de atualizações remotas, chamadas de Over-the-air (OTA) — como as que fazemos no celular —, fabricantes estariam mudando as configurações do carro sem avisar claramente o consumidor.
Veículos elétricos podem ser carregados em corrente alternada (AC) e contínua (DC)
Divulgação
Veículos homologados para rodar 500 km (no ciclo chinês CLTC) estariam entregando menos de 300 km em uso real. Além disso, o tempo de carregamento rápido (DC) teria saltado de 40 para 70 minutos em alguns casos.
Carro elétrico tem mais chance de pegar fogo que a combustão? Estudo mostra
Bateria de carro elétrico vicia e perde autonomia com o tempo?
Como funciona a manutenção da bateria em carros elétricos e híbridos?
Empresas como BYD, Tesla e Zeekr negaram as acusações recentes sobre os bloqueios das baterias sem autorização devida do cliente. A reportagem, entretanto, divulgou um relatório reafirmando rumores recentes de que oito fabricantes foram convocadas por órgãos reguladores e que três já estão sob investigação. Nomes não foram divulgados.
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Posteriormente, a China Association of Automobile Manufacturers, que representa o setor automotivo no país, alegou que as acusações não tinham uma “fonte oficial”. De toda forma, segundo informações, o governo está fazendo investigações.
Bateria Blade da BYD tem sistema à prova de fogo
Divulgação
O novo assunto reacendeu algumas polêmicas sobre o carro elétrico ter mais chance de pegar fogo que um a combustão, o que não é necessariamente verdade. Apesar disso, uma empresa chinesa está desenvolvendo uma tecnologia que consiste em um mecanismo de ejeção capaz de arremessar a bateria para fora do próprio veículo em situações de fuga térmica.
O que é o “bloqueio de bateria”?
Na prática, a montadora altera o sistema que gerencia a bateria (BMS) para limitar o seu uso. Isso pode fazer com que a bateria aceite menos carga, carregue mais devagar ou não deixe o motorista usar toda a energia disponível.
Um proprietário entrevistado pela emissora disse que seu veículo conseguia carregar em velocidade superior à de 100 kW antes de uma atualização OTA. No entanto, com a nova versão do software, passou a aceitar apenas cargas de 80 kW, apesar do indicador de saúde da bateria ainda mostrar 95%. O mesmo proprietário também teria afirmado que a autonomia real caiu de aproximadamente 450/480 km para menos de 400 km.
Flash Charging é super carregador da BYD e tem 1.500 kW de potência
Divulgação
Segundo especialistas consultados pelo site Car News China, as empresas fazem isso por segurança. Ao “forçar” menos a bateria, as chances de incêndio diminuem e a vida útil do componente aumenta. O grande problema é que, de acordo com a investigação, toda a operação está sendo feita sem o devido consentimento do cliente. E, no fim, o carro sofre uma limitação de potência de carregamento e de autonomia geral.
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A polêmica foi tão grande que o governo da China criou novas regras em março. Agora, as marcas são proibidas de fazer atualizações silenciosas para esconder falhas ou evitar recalls. Consumidores que suspeitarem de alterações não autorizadas via OTA foram aconselhados a desativar a instalação automática de atualizações, além de registrarem reclamações sobre o assunto.
Metade dos veículos importados par o Brasil em 2026 são chineses
Rodolfo Buhrer/Geely
Carros elétricos no Brasil podem ser afetados?
Não há indícios de que essas atualizações ocorram em carros vendidos no Brasil. Contudo, o tema acende um alerta por aqui, já que os modelos chineses representam metade dos veículos importados no país. Dos 168,1 mil veículos importados entre janeiro e abril de 2026, 80,1 mil saíram da China, o maior produtor do setor. Isso representa 47,7% das 168,1 mil unidades que o Brasil importou no período.
De toda forma, discussões sobre a temperatura das baterias durante recargas ultrarrápidas mostram que o gerenciamento térmico é o grande desafio para os próximos tempos.
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Fonte: Read More 

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