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Por que essa foi a era dos carros mais feios já vendidos no Brasil

17/05/2025
Por que essa foi a era dos carros mais feios já vendidos no Brasil

Os anos 2010 trouxeram vários avanços tecnológicos. Mas o departamento de design de algumas fabricantes deixou a beleza de lado nas criações A década de 2010 representou grandes avanços para a indústria brasileira. Foi quando os SUVs passaram a vender mais que hatches, os primeiros carros elétricos chegaram às lojas e as centrais multimídia se tornaram itens indispensáveis.
Há de ser dito: a década também ficou marcada por alguns dos carros mais feios da história. A partir disso, Autoesporte selecionou dez entre os veículos menos dotados de beleza vendidos no Brasil entre 2010 e 2019. Algumas marcas vão aparecer diversas vezes ao longo do ranking, como prova de que um padrão malsucedido de estilo pode ser espalhar por mais modelos.
Toyota Etios Cross
Toyota Etios Cross recebeu o apelido “Predador”
Divulgação
O Etios é um carro que passou longe da fila da beleza. Alguém na Toyota pensou: “e se lançarmos uma versão aventureira?”. Assim nasceu o Etios Cross, um hatch mais altinho que emulou o visual de um off-road. Talvez o pior aspecto seja este anteparo frontal que sobe do para-choque até o capô. Isso rendeu o infame apelido “Predador”, em referência ao monstro da ficção científica.
Críticas estilísticas à parte, o Etios ainda é um excelente hatch compacto. Econômico, bom de guiar e confiável, hoje aparece valorizado no mercado de usados. Certamente, não pelo seu visual.
Nissan Versa
Nissan Versa tem muitos pontos positivos. O design certamente não era um…
Divulgação
Longe de causar a mesma sensação repulsiva do conterrâneo acima, o Nissan Versa da primeira geração era um carro pouco agradável de se ver antes do facelift. Seus faróis eram desproporcionalmente grandes e não combinavam com a carroceria alongada. A traseira também não foi um exemplo de design a ser seguido, por mais que o sedã compacto tenha se destacado em diversos aspectos.
Sua principal qualidade era o espaço interno para os ocupantes do banco traseiro. Baixo custo de manutenção e consumo de combustível comedido são outros predicados.
Chevrolet Agile
Nem o facelift deu jeito no Chevrolet Agile
Divulgação
A Chevrolet apresentou o Agile em 2009, produzido na Argentina, como um hatch mais caprichado que o Corsa. Também pecava pela desproporção, pois seus grandes faróis não combinavam com a carroceria de porte compacto. Nem o facelift de 2014 corrigiu tal característica. O hatch sofreu com a concorrência interna do Onix que, além de ser mais equipado, ainda tinha um visual mais bonito.
Chevrolet Montana
Ao menos a Montana era uma picape utilitária, que não precisava ser bonita
Divulgação
Se o Agile entrou na lista, é claro que a Montana não poderia ficar de fora. Ela repetiu basicamente todos os erros do hatch — e ainda apresentou uma traseira quadrada com aspecto antigo. Para o azar da GM, a picape foi apresentada num momento em que a Saveiro teve os melhores visuais, especialmente na tão desejada versão Cross. Também não conseguiu fazer frente à Strada, que reina no segmento desde então.
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Chevrolet Spin
A internet não perdoou a Chevrolet Spin, que foi chamada de “capivara”
Divulgação
E para mostrar que essa crise estética de fato era crônica, podemos incluir a Spin (e também o Cobalt) nesta seleção. O formato de sua carroceria não combinou com os faróis grandes e todo o aparato frontal. As lanternas traseiras eram menos problemáticas, mas dizer que são bonitas seria forçar a barra. Por isso, em sua primeira personificação, a minivan recebeu o apelido carinhoso de “capivara”. Afinal, a internet não perdoa….
Renault Logan
Renault Logan foi criado pela Dacia para er espaçoso e funcional. A beleza não estava na lista
Divulgação
Criado pela subsidiária de baixo custo Dacia, o Logan tinha como maior objetivo atender ao romeno médio que precisava de espaço interno e porta-malas grande. Beleza, como podemos ver na foto acima, era totalmente opcional.
O aspecto visual que mais incomoda é a coluna C, com um vidro lateral traseiro cheio de recortes. As lanternas em formato triangular também eram horríveis e pareciam de um carro dos anos 1990. A partir de sua geração de 2014, o Logan enfim foi de patinho feio a cisne.
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Renault Symbol
Renault Symbol ficava posicionado entre Logan e Fluence
Divulgação
Havia motivos para comprar o Symbol: preço adequado, mecânica confiável e pacote de equipamentos honesto para a proposta. Já o visual era praticamente impossível de agradar, em qualquer aspecto, com destaque para o design frontal claramente inspirado no Fluence. A área envidraçada ainda lhe conferia um estilo desengonçado, como se o carro não tivesse nascido como um sedã. Enfim, um erro…
Ford Ka
Ford Ka 2013 é o carro menos estranho da lista
Ford/Divulgação
Diferentemente de outros participantes da lista, o Ford Ka da segunda geração não era “horroroso” — só era desprovido de beleza mesmo. Foi o que a Ford conseguiu fazer mantendo plataforma e portas da primeira versão. O visual de “Fiestinha” até que combinou com sua carroceria compacta, restrita à versão de duas portas. Já a traseira passava uma impressão espartana. De qualquer forma, ainda era um carro prático e econômico para usar na cidade.
SsangYong Actyon Sports
Não dá para saber o que a marca coreana tentou com este estilo da picape…
Divulgação
Palmas para a marca coreana SsangYong, que teve a coragem de lançar a Actyon Sports DUAS VEZES no Brasil. Na primeira passagem, em meados de 2011, a picape tinha uma dianteira inspirada em animais marinhos: miraram nos tubarões e acertaram o peixe-monstro. Depois, em 2018, importaram sua reestilização, que não chegou a ser uma aberração como a primeira, mas passou bem perto. Até hoje, é a pior picape que este que vos escreve já guiou.
Fiat Doblò
Fiat Doblò serviu a um propósito. Dá para perdoar o seu estilo
Divulgação
Encerramos a lista com um conhecido de longa data dos brasileiros. Pode-se descrever o Fiat Doblò como um carro que sacrificou seu visual em prol da excelente proposta: podia levar até 7 pessoas, mesmo com as proporções compactas. A dianteira tinha certa desproporcionalidade, mas o que acabou com o seu visual foi a versão Adventure, que acrescentou faróis fumê, nova grade frontal e diversas proteções plásticas. Pra quê fazer isso com uma minivan, gente…
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Fonte: Read More 

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