Por que o SUV do Volkswagen Golf é tão importante para o Brasil?

Nova geração do SUV cupê T-Roc deve estrear motorização que estará presente nos futuros T-Cross e Nivus híbridos nacionais O Volkswagen T-Roc, mais conhecido como “SUV do Golf”, está prestes a mudar de geração. Imagens de patente vazaram na Internet e a expectativa é que a segunda encarnação do SUV cupê europeu seja revelada ainda este ano, chegando às lojas de diversos países no primeiro semestre de 2026. E, mesmo que indiretamente, ele será um carro fundamental para o Brasil.
Não, o novo Volkswagen T-Roc não será vendido aqui. Mas, ao que tudo indica, será ele o responsável por estrear mundialmente a inédita motorização híbrida plena (HEV) da fabricante alemã. Ela virá aliada ao conhecido motor 1.5 TSI Evo2 que será nacionalizado e tornado flex em nosso mercado nos próximos anos, e que será utilizada pelas versões híbridas de T-Cross e Nivus de segunda geração.
Novo Volkswagen T-Roc deve estrear um inédito conjunto híbrido da marca
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Segundo informações da imprensa europeia, o T-Roc G2 terá tanto versões híbridas leves de 48 Volts quanto híbridas plenas, com motor elétrico mais robusto e baterias de alta tensão, em um conjunto similar ao que os Toyota Corolla e Corolla Cross oferecem. Sua plataforma será a MQB Evo, a mesma que dá vida a produtos como o Tiguan de terceira geração e o atual Golf, que será comercializado no Brasil na versão esportiva GTI.
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Conforme noticiado por Autoesporte há alguns dias, o T-Cross de segunda geração será o primeiro híbrido flex nacional da Volkswagen, no sentido de usar uma motorização que não seja híbrida leve. Isso ocorrerá em 2027 e, um ano mais tarde, virá uma segunda geração do Nivus, também híbrida plena. Ambos usarão justamente a motorização eletrificada de 200 Volts a ser estreada pelo T-Roc europeu, em conjunto com o motor 1.5 TSI Evo2.
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Nova motorização híbrida do T-Roc vai equipar T-Cross e Nivus no mercado brasileiro
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Entretanto, a matriz dos SUVs brasileiros não será exatamente a mesma do primo europeu. Na verdade, T-Cross e Nivus G2 aproveitarão a base do T-Roc de primeira geração, que é vendido hoje no velho continente. Estamos falando da arquitetura MQB 37, a mesma que deu vida ao Golf 7 e usada mais recentemente pelo Taos. Contudo, haverá atualizações na parte eletro-eletrônica para comportar novos itens de tecnologia e segurança ativa, além da motorização híbrida de alta tensão.
Ainda não está certo se o novo Volkswagen T-Roc terá também em sua gama versões híbridas plug-in (PHEV), algo que o motor 1.5 TSI Evo2 permite. No caso dos novos T-Cross e Nivus nacionais, é improvável uma vertente com recarga externa. Aqui, os dois SUVs a serem produzidos em São Bernardo do Campo (SP) devem ter versões híbridas leves de 48V, aliadas ao próprio motor 1.5 turbo e ao 200 TSI (1.0 turbo de três cilindros), bem como híbridas plenas sempre de 1,5 litro.
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