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China vira a grande resistência dos sedãs contra a extinção

02/06/2024
China vira a grande resistência dos sedãs contra a extinção

Enquanto especialistas preveem o mesmo fim das peruas, na capital chinesa eles ainda dominam as ruas O destino dos sedãs será o mesmo das peruas. Você já deve ter escutado ou lido esta sentença. O curso inevitável da indústria automotiva levará os modelos de três volumes a serem substituídos por SUVs. Ou, mais precisamente, por SUVs cupês. Mas há um país que subverte essa lógica e deve adiar por alguns longos anos a possível extinção dos sedãs. Felizmente. E estamos falando logo da China, logo o maior mercado do mundo.
Basta caminhar um pouco pela região central da capital chinesa, Pequim, para entender o fenômeno. Há muitos sedãs rodando por lá. Muitos mesmo. Quase todos de porte grande, como o local BYD Han e os japoneses Honda Accord e Toyota Camry. Mas há também os médios, como o Nissan Sylphy (o nosso Sentra), o Toyota Corolla e o BYD Qin Plus (que aqui será vendido como King).
Honda Accord e dois Toyota Corolla em semáforo de Pequim (China)
Leonardo Felix/Autoesporte
Aliás, dos dez carros mais vendidos na China em 2023, cinco são sedãs. O BYD Qin Plus é o segundo colocado, com 455.863 unidades comercializadas no ano passado, contra 376.109 do Nissan Sylphy (quarto), 351.931 do Volkswagen Lavida (sétimo), 300.897 do Tesla Model 3 (oitavo) e 280.029 do Volkswagen Sagitar (décimo).
Cinco dos 10 carros mais vendidos da China são sedãs
Leonardo Felix/Autoesporte
E olha que a vida dos três-volumes por lá já foi mais majestosa. Em 2019, logo antes da pandemia, eles reinavam no top-10 ocupando cinco das seis primeiras posições, com liderança do Sylphy e presença do Corolla em quarto lugar. Hoje, o carro mais vendido no país é um SUV, o Tesla Model Y, o que mostra que na China, apesar da resistência, os sedãs também enfrentam um período de queda nas vendas.
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Os números não deixam mentir: em 2021, o segmento de carros de passeio (aglomerado com hatch e sedã) representava mais de 40% do mercado chinês. No primeiro trimestre deste ano, o percentual caiu para 36%, após registrar 41,5% em 2022 e 39,3% no fechamento do ano passado. Vale observar que a China não separa hatches e sedãs ao divulgar os balanços de venda por categoria, mas os veículos de três volumes são ampla maioria no grupo.
Mercedes-Benz Classe S e Audi A8 em estacionamento de Pequim (China), ambos em versões alongadas
Leonardo Felix/Autoesporte
Se serve de consolo, os sedãs ainda ocupam uma fatia muito mais relevante na realidade da China do que em outras regiões. No Brasil e na Europa, por exemplo, eles representam não muito mais do que 15%. Nos Estados Unidos, eles estão tão em baixa que as duas principais fabricantes do país, GM (a dona da Chevrolet) e Ford, abandonaram o segmento para apostar exclusivamente em SUVs e picapes.
Dois Toyota Corolla, um Honda Accord e um Volkswagen Passat enfileirados em semáforo de Pequim (China)
Leonardo Felix/Autoesporte
Assim, a China monopoliza hoje mais de 50% de todas as vendas de sedãs no mundo. Ou seja, se as montadoras ainda não desistiram de vez desse tipo de carroceria, como fizeram com as peruas, muito se deve à resiliência dos chineses.
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Mas, afinal, por que os chineses são tão apegados aos sedãs? Questões culturais. Desde o fortalecimento da indústria local e a aposta na urbanização da população, a China sempre teve o sedã como tipo de veículo protagonista e favorito da população. Tanto que, por lá, popularizaram-se os modelos conhecidos como “L”, limusines, com entre-eixos alongado em relação a outros mercados.
Toyota Corolla, BYD Qin Plus e Mercedes-Benz C 200 L em rua de Pequim (China)
Leonardo Felix/Autoesporte
Como as ruas das grandes cidades chinesas são impecavelmente bem asfaltadas e a maioria das metrópoles fica em áreas planas, sem grandes mudanças de relevo, os chineses não carecem tanto de veículos com ângulos de transposição e vão livre do solo, como os brasileiros.
E, assim, a China vai adiando a aparentemente inevitável extinção dos sedãs e surpreendendo turistas como eu, que já desacostumados a ver tantos modelos do tipo nas ruas do Brasil.
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