Grupo Sentinela_Logotipo_1_bc300Grupo Sentinela_Logotipo_1_bc300Grupo Sentinela_Logotipo_1_bc300Grupo Sentinela_Logotipo_1_bc300
  • HOME
  • SERVIÇOS
  • ÁREA PCD
  • CONSULTAS
  • SOBRE NÓS
  • DOWNLOAD
  • SEGUROS
  • BLOG
  • NOTÍCIAS
✕

Como a Fórmula E usa inteligência das pistas para melhorar os carros elétricos

16/03/2024
Como a Fórmula E usa inteligência das pistas para melhorar os carros elétricos

Com carros quase padronizados, equipes buscam melhorar alcance e regeneração de energia O automobilismo é encarado por algumas fabricantes como a oportunidade de aumentar as vendas com base no sucesso das pistas. Há categorias, no entanto, que aproveitam a presença e exposição em competições para desenvolver tecnologia para os carros de rua. A Fórmula E, que acaba de ter a segunda corrida disputada no Brasil, é o maior exemplo.
Saiba-mais taboola
Na décima temporada, a Fórmula E tem seis fabricantes com equipes próprias. São elas: Nissan, Jaguar, Porsche, Maserati, DS e Mahindra. McLaren e Cupra ainda são clientes de Nissan e Mahindra, respectivamente. Como comparação, na Fórmula 1, só há cinco fabricantes: Ferrari, McLaren, Alpine, Mercedes e Aston Martin.
“Isso mostra como a categoria é importante para desenvolver a tecnologia de carros elétricos”, disse Tommaso Volpe, diretor e chefe da equipe Nissan de Fórmula E.
Fórmula E já está na sua 10ª temporada
André Paixão/Autoesporte
O grande interesse das fabricantes pode ser explicado pelo que acontece nas ruas do mundo inteiro. Vários países já anunciaram restrições e até proibições de venda de carros novos a combustão daqui alguns anos. Ao mesmo tempo, quase todas as marcas definiram uma data limite até tornarem suas linhas totalmente elétricas.
+ Quer receber as principais notícias do setor automotivo pelo seu WhatsApp? Clique aqui e participe do Canal da Autoesporte.
A própria Nissan já disse que de 2030 em diante, só terá carros elétricos em alguns mercados. Como preparação, decidiu ingressar na Fórmula E em 2018, inicialmente como parceira da equipe E.Dams. Em 2022, decidiu que seria uma equipe de fábrica, assumindo o lugar do time francês.
Das pistas para as ruas
“Antes, atuávamos com uma estratégia de levar a tecnologia das ruas para as pistas. Com o aprendizado e o ciclo completo, decidimos inverter e passar a levar o que tiramos das corridas para os carros de rua”, disse Martyn Smith especialista da equipe.
McLaren é uma das fabricantes que participam da Fórmula E
André Paixão/Autoesporte
Para Volpe, o maior aprendizado está no gerenciamento de energia. Os carros da categoria têm baterias de 41 kWh, apenas um pouco maior que a de um BYD Dolphin Mini. Porém, nem toda essa capacidade é usada. Em São Paulo, estão liberados 38,5 kWh. A questão principal é que isso só é suficiente para 60% da distância de uma corrida.
Os 40% restantes são gerados nas frenagens. E o responsável por transformar a energia cinética em elétrica é um motor instalado no eixo dianteiro. O mais curioso é que ele não atua como propulsor, apenas como gerador de energia.
Assim, o único motor de tração é o traseiro. Nos treinos, chega a 476 cv, mas na corrida a potência fica em 407 cv. De todo modo, é o mais potente nesses 10 anos de competição. A velocidade máxima pode passar de 320 km/h.
Fórmula E segue padronização dos carros
André Paixão/Autoesporte
Agora, a categoria planeja instaurar recargas ultrarrápidas chamadas de Attack Charge. Após 30 segundos conectadas a um aparelho de 800 kW, os carros terão a potência total de 476 cv liberada por mais tempo durante as provas.
Carros quase iguais
Além da forma de propulsão, outra diferença gritante da Fórmula E para categorias como a Fórmula 1 é a quase padronização dos carros. “95% de um carro é o mesmo para todas as equipes”, disse Smith. Isso vale para chassi, aerodinâmica, suspensão dianteira, freios e bateria. O que muda são os motores, bem como a eletrônica capaz de gerenciar a energia. “Em vez de gastarmos US$ 10 milhões para desenvolver um parafuso que vai melhorar em décimos de segundo uma volta, preferimos aprimorar o gerenciamento de bateria e replicar isso nas ruas”, completou.
O revolucionário sistema de freios também é algo que pode chegar às ruas nos próximos anos. Usando um sistema hidráulico apenas como redundância em casos de emergência. A frenagem é feita exatamente pelo motor elétrico. Por enquanto, essa é uma tecnologia que ainda não está presente em veículos de produção em série. Por enquanto.
Quer ter acesso a conteúdos exclusivos da Autoesporte? É só clicar aqui para acessar a revista digital.
Mais Lidas

Fonte: Read More 

Compartilhar
0

Artigos Relacionados

Ford Fiesta: 4 versões usadas por até R$ 50 mil para quem busca o 1º sedã
14/03/2026

Ford Fiesta: 4 versões usadas por até R$ 50 mil para quem busca o 1º sedã


Leia mais
Os 10 SUVs compactos com os maiores porta-malas à venda no Brasil em 2026
14/03/2026

Os 10 SUVs compactos com os maiores porta-malas à venda no Brasil em 2026


Leia mais
Achado usado: Honda Prelude foi esportivo inovador e vai voltar ao Brasil
14/03/2026

Achado usado: Honda Prelude foi esportivo inovador e vai voltar ao Brasil


Leia mais

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

© 2021 Todos os Direitos Reservados a Sentinela Despachantes.
Elaborado por: Kamilla Ribeiro | Desenvolvido por: Sales Publicidade
      Precisa de ajuda?
      Sentinela Despachantes
      Olá,
      em que podemos te ajudar?
      Iniciar conversa
      Usamos cookies para oferecer uma experiência melhor no site. Mas respeitamos a sua decisão e você pode aceitar ou não em compartilhar a sua experiência em nosso site.