Vídeo: BYD Dolphin Mini 2026, todos os custos e novidades do elétrico
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O BYD Dolphin Mini é o carro elétrico mais vendido do Brasil e isso você já deve saber. Mas quanto será que custa ter o modelo de entrada da fabricante chinesa na garagem? Autoesporte reuniu todas as informações para revelar os mistérios sobre preço, valor de seguro, IPVA, revisões e até os custos de recarga. Além disso, mostramos tudo que mudou na linha 2026, pois ajustes importantes foram feitos.
Aperte o play no vídeo abaixo e confira!
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Na linha 2026, o Dolphin Mini está à venda em uma única versão, com cinco lugares, por R$ 119.990. Ou seja, aquela opção para só quatro passageiros já não existe mais — e isso desde julho de 2025. De qualquer forma, estamos falando do segundo carro elétrico mais barato do Brasil. É que fica atrás do Renault Kwid E-Tech nesse quesito, que custa R$ 99.990.
Falando em revisões, as cinco primeiras do BYD Dolphin Mini tem um custo total de R$ 3.728. Vale lembrar que esse valor é válido para os primeiros 100.000 km rodados. Afinal, as revisões são feitas a cada 20.000 km ou 12 meses.
BYD Dolphin Mini 2026 está à venda em versão única por R$ 119.990
Emerson Lima
Comparando com o Volkswagen Polo, o carro mais vendido do Brasil, a diferença é bem significativa. A fabricante alemã cobra R$ 9.780 pelo mesmo serviço. A diferença é que são necessárias 10 revisões para chegar nos mesmos 100.000 km. Importante lembrar que as revisões de elétricos são sempre mais baratas pelo fato desses carros terem menos peças.
Por outro lado, o seguro tende a ser mais caro porque carros com baterias precisam de uma mão de obra especializada. Em São Paulo (SP), por exemplo, o valor médio do seguro é de R$ 4.500, segundo a Creditas Auto.
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BYD Dolphin Mini manteve os equipamentos da linha 2025
Fabio Aro/Autoesporte
E para carregar o BYD Dolphin Mini? Considerando o custo médio do kWh de R$ 0,78, é preciso pagar cerca de R$ 30 para encher a bateria de 38 kWh, que garante 280 km de autonomia, segundo o Inmetro. Isso significa que se um motorista rodar 20.000 km em um ano, o gasto é de R$ 2.140. Portanto, muito menos do que abastecer qualquer carro a combustão. Só que, claro, é necessário lidar com o tempo do carregamento.
A motorização continua a mesma com um motor elétrico dianteiro que entrega 75 cv de potência e 13,8 kgfm de torque. No entanto, a BYD fez ajustes necessários na suspensão para deixar o carro (bem) mais confortável. O conjunto segue formado por McPherson na dianteira e eixo de torção na traseira, mas há uma diferença perceptível de balanço no eixo traseiro. O Dolphin Mini está muito mais firme.
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