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Teste: BYD Seal custa R$ 296.800 e abre portas para carros esportivos chineses no Brasil

30/08/2023

Sedã elétrico tem 531 cv, acelera de 0 a 100 km/h em 3,8 segundos e tem tudo que se espera de um esportivo O BYD Seal acaba de ser lançado por R$ 296.800 para ser o quinto carro elétrico da marca no Brasil, se juntando a Tan, Han, Yuan e ao recém-lançado Dolphin. O sedã, que tem certa semelhança com o Porsche Taycan, é sem dúvida o carro chinês mais esportivo que você pode ter na garagem — e não é só pelos 531 cv.
A esportividade do sedã, que fez sua primeira aparição no Festival Interlagos, realizado em julho em São Paulo, começa no “visual marítimo”. Isso porque o Seal (foca, em inglês) é o segundo carro da BYD a fazer uma alusão ao oceano — o primeiro foi o golfinho, ou melhor, o Dolphin.
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Com seus 4,80 metros de comprimento, a tal semelhança com o Taycan vem na dianteira pelo formato dos faróis de LED que dão uma cara agressiva ao elétrico. E pra deixar a dianteira ainda mais marcante, os DRLs de LED são formados por quatro riscas de cada lado no formato bumerangue.
Na lateral, as maçanetas são embutidas na carroceria quando o carro está travado, como acontece em carros mais luxuosos, as rodas são de 19 polegadas com um design cheio de formas e as saias têm o desenho claramente inspirado em guelras — confesso que achei estranho.
BYD Seal tem uma traseira bem estilosa
Divulgação
Na bela traseira, as lanternas de LED são interligadas e têm desenhos internos como se fossem peixinhos nadando para dar um aspecto tridimensional, principalmente quando estão acesas de noite. Os para-choques são musculosos e parecem simular saídas de escapamento.
O entre-eixos de 2,92 m garanta um ótimo espaço para quem senta no banco de trás, até para pessoas altas com 1,87 m, como é meu caso. A coluna C com leve caimento cupê não compromete o conforto para a cabeça. Quer mais notícias boas? O túnel central é plano e têm duas entradas USB, sendo uma do tipo C, e saídas do ar-condicionado.
BYD Seal tem 2,92 metros de distância entre os eixos e rodas de 19 polegadas
Divulgação
Na frente, os materiais são de ótima qualidade e o painel ondulado que faz referências às ondas é todo emborrachado. Acabamento premium em carro chinês era algo inimaginável há poucos anos, mas acreditem: a cabine é digna de carro de luxo. Porém, há seus exageros. Parte das portas e do console central — que são de plástico — misturam preto brilhante mesclando outras cores como azul e rosa em formas geométricas, o que cansa os olhos com o passar do tempo.
A gigante tela giratória da central multimídia tem 15,6″ e a conexão com Apple CarPlay é feita só via cabo, apesar de ter dois carregadores de celular por indução e outra dupla de entradas USB, sendo outra do tipo C. O painel de instrumentos tem tela de 10,2″ e é digital.
BYD Seal tem duas telas gigantescas no interior e acabamento de carro premium
Divulgação
Hora de colocar o BYD Seal para andar. Engato a ré na manopla de câmbio de “cristal” semelhante a dos carros da Volvo, e a visão de 360° com holograma do carro em 3D faz você entrar e sair de qualquer vaga com maestria, por mais apertada que seja; basta ter espaço para caber o carro.
A posição de dirigir é baixa, bem típica de carros esportivos, e como o console central é alto o motorista se sente num monoposto, o que é bem interessante. Outro detalhe esportivo é o volante com base chata, mas que poderia ter o raio um pouco menor.
São dois motores elétricos, um em cada eixo do carro, que entregam 531 cv de potência e 68,3 kgfm de toque, portanto números dignos de um esportivo. O Seal vai de zero a 100 km/h em 3,8 segundos e parece que a BYD ficou orgulhosa desse número porque há um “3.8s” estampado na tampa do porta-malas para fazer alusão ao número. É uma marca boa para uma foca pesada: são 2.150 kg.
Autoesporte já dirigiu o Seal em Interlagos e a impressão foi boa. Ficou curioso? Clica aqui.
BYD Seal tem lanternas interligados com efeitos tridimensionais; porta-malas tem 402 litros de capacidade
Divulgação
Como podem imaginar, o Seal acelera forte com pouca força no pedal, e todo esse peso não joga contra o carro para exercer as atividades básicas do dia a dia: arrancadas, retomadas e ultrapassagens. E se você entrar na estrada e puder acelerar até os 120 km/h, pise fundo no acelerador que você vai grudar no banco nos poucos segundos que o sedã demora para atingir essa velocidade.
O Seal é cheio de tecnologias semiautônomas para auxiliar o motorista. Isso é sempre muito bem-vindo, o problema é que às vezes a interferência é muito bruta. Neste caso, o monitoramento de faixa é muito presente. Se você se aproximar da faixa o sistema logo trata de emitir um alerta e tem uma interferência forte no volante para corrigir a trajetória. Aos poucos você vai se acostumando, só que não deixa de ser incômodo.
O Seal vai de zero a 100 km/h em 3,8 segundos
Divulgação
A direção é bem precisa na cidade, já em velocidades mais elevadas essa precisão não é tão precisa — digamos assim — entretanto, está longe de transmitir insegurança. Um recurso que está lá para ajudar e dar mais conforto não existe para mim: o Head-up Display. Para quem não está ligando o nome à função, é aquele velocímetro projetado no para-brisa que aparece para o motorista não tirar o olho do horizonte.
Acontece que, neste caso, ele é muito baixo e sai da linha do meu olhar (tenho 1,86 m). A solução para visualizar? Inclinar a cabeça para baixo, mas é óbvio que eu não dirigi assim. Procurei algum ajuste, mas confesso que não encontrei, então segui viagem sem problemas no confortável banco com estilo esportivo.
E outro avanço para um carro chinês é a suspensão. Ela é pouco rígida, só que na medida certa. O conforto a bordo é bom, o carro fica bem firme no solo e nas curvas mais fechadas não tem uma rolagem de carroceria que cause desconforto. Ser mais próximo do solo têm seus benefícios, mas quando passo por um asfalto mais irregular é preciso reduzir bem a velocidade.
Rivais do Seal
JAC E-JS7 é o principal rival do Seal
Divulgação
Apesar da certa semelhança na dianteira com o Taycan, eles estão longe de ser rivais. O sedã elétrico mais próximo de preço à venda no Brasil é o também chinês JAC E-J7 (R$ 252.900).
E a autonomia?
Com baterias de 82,5 kWh, o Seal tem autonomia de 531 quilômetros no exterior, de acordo com a fabricante chinesa. Porém, desde o mês de maio o Inmetro tem um novo padrão de medição e os carros estão perdendo autonomia no Brasil. Por isso, o Seal é oficialmente vendido com 372 km.
Vale a pena comprar o Seal?
Confesso que se anos atrás colocassem “chinês”, “esportivo” e “R$ 296.800” na mesma frase seria estranho. Bem estranho! Mas o tempo passou e as coisas mudaram. A BYD é ousada em querer incomodar as marcas premium e eu reconheço isso. Era esperado um preço bem maior pelo Seal – e pelo o que o sedã oferece, seria injusto eu dizer que não vale o preço.
Se você quer um elétrico com pegada esportiva e tem em torno de R$ 300 mil para gastar no carro, o Seal é sem dúvida uma boa opção. Ele não é esportivo só no visual, ele é esportivo em vários aspectos. Ter as três palavras citadas acima juntas na mesma frase passou a fazer sentido neste atual momento. O Seal é um baita carro.
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Fonte: Read More 

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