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Relembre os 10 fatos mais marcantes do setor automotivo em 2024

31/12/2024
Relembre os 10 fatos mais marcantes do setor automotivo em 2024

De guerra de impostos à adeus de CEO, confira quais foram os principais acontecimentos que movimentaram o segmento durante o ano Você certamente já está preparando o champanhe, pensando em resoluções, discutindo sobre passas no arroz e já definiu qual será o lookinho da virada. No entanto, aqui na Autoesporte ainda estamos de olho no que aconteceu durante este ano. Justamente por isso, nos reunimos, chegamos a um consenso, e listamos abaixo os 10 fatos mais marcantes do setor automotivo em 2024.
São os principais acontecimentos que movimentaram o segmento durante o ano. Temos desde bombas, como a saída de CEO de uma das montadoras mais relevantes do mundo, e a celebração do maior ciclo de investimentos da história da indústria automotiva nacional. Confira!
10 fatos mais marcantes do setor automotivo em 2024
Denúncia de trabalho degradante na BYD
MPT apontou condições insalubres de trabalho em Camaçari
Agência Pública/Reprodução
A construção de um sonho foi permeada em 2024 por denúncias de maus-tratos e agressões. A BYD se viu em meio a uma polêmica no fim de novembro, quando explodiram os casos envolvendo funcionários chineses de empresas terceirizadas que trabalham para levantar seu complexo em Camaçari (BA).
Após denúncia anônima, o Ministério Público do Trabalho e a Polícia Federal fez vistoria na fábrica e encontrou operários sem equipamentos de proteção individual e em situação insalubre. Banheiros e alojamentos sujos, comida servida em coolers e rotinas de 12 horas por dia foram mais do que o suficiente para que o MPT abrisse inquérito a fim de apurar as condições de trabalho no local.
BYD: denúncia de trabalho escravo pode atrasar início da produção na Bahia
No entanto, essa era apenas a ponta do iceberg. Matéria publicada pela Agência Pública trouxe relatos de violência física praticada por superiores em funcionários. A revelação resultou em desdobramento do inquérito do MPT, que também passou a apurar a questão.
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A BYD, por sua vez, entrou na defensiva. De certo modo, jogou o problema nas costas das terceirizadas. As empresas, bom dizer, são parceiras globais da montadora e auxiliam na construção das fábricas da companhia – especialmente fora da China.
No dia 23 de dezembro, a montadora anunciou a rescisão do contrato com a Jinjiang Construction Brazil Ltda, uma das terceirizadas responsáveis pelas obras em Camaçari. A decisão foi divulgada após ação do Ministério Público do Trabalho (MPT), Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), Defensoria Pública da União (DPU) e Polícia Rodoviária Federal (PRF), além do Ministério Público Federal (MPF) e Polícia Federal (PF). A força-tarefa resgatou 163 funcionários da terceirizada flagrados em condições análogas à escravidão.
Indústria brasileira e o ciclo de investimentos recorde
Fábrica de Goiana do grupo Stellantis
Divulgação
Quem diria que após a saída da Ford e um período complicadíssimo, em decorrência da pandemia, a indústria automotiva brasileira fosse ter motivo para celebrar em 2024. E não é apenas um: são 180 bilhões de razões para festejar.
Isso porque, somados os esforços do segmento de autopeças, o próximo ciclo de investimentos do setor automotivo soma R$ 180 bilhões. Justamente por isso, a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) comemora. E o otimismo reverberou para outros números. A entidade estima que 2024 feche com 2,65 milhões de unidades comercializadas. Para 2025, a previsão é de que 2,8 milhões de veículos sejam licenciados.
A formação do Megazord: fusão entre Honda e Nissan
Honda e Nissan avaliam fusão na indústria
Divulgação
2024 não deixou de surpreender até os últimos minutos. Aos 45 do segundo tempo, uma bomba caiu sobre o segmento. De acordo com a imprensa internacional, Honda e Nissan estariam planejando uma fusão. Dias depois veio o “sim”: as duas companhias confirmaram a união, que, se bem-sucedida, deve ser finalizada em 2026.
Caso a fusão entre Honda e Nissan se torne realidade, elas irão compor a terceira maior fabricante de veículos do mundo em unidades vendidas. As duas ficariam atrás apenas de Toyota e Volkswagen. A Renault, principal acionista da Nissan, se diz a par da situação. Para fechar, a Mitsubishi também avalia a entrada no grupo a ser liderado pela Honda. No entanto, deixou a decisão para janeiro.
As companhias, segundo apurações, formarão holding para encarar a concorrência chinesa – especialmente BYD e GAC. O negócio irá movimentar cerca de US$ 54 bilhões – a maior fusão do setor automotivo desde a união entre FCA e PSA, que deu origem à Stellantis, em 2021.
Ida de Lewis Hamilton para a Ferrari
Lewis Hamilton será primeiro piloto negro a correr pela Ferrari
Getty
A “silly season” na Fórmula 1 ocorre usualmente no meio do ano, no intervalo da temporada. Todavia, este ano as especulações, a dança das cadeiras dos pilotos, teve início muito antes. E o movimento em questão foi o responsável por dar a partida.
Hamilton na Ferrari: relembre 7 mudanças de pilotos que impactaram a F1
Em fevereiro, a Ferrari anunciou a contratação do heptacampeão mundial Lewis Hamilton. A ida do britânico para a escuderia italiana causou furor, e não à toa. Isso porque desde 1998, muito antes de entrar na Fórmula 1, o piloto de certo modo teve ligações com a Mercedes.
Hamilton teve a chancela da fabricante alemã e da McLaren praticamente durante toda a sua carreira na base. Chegou à Fórmula 1 em 2007, claro, por meio do time de Woking (que tinha a Mercedes como fornecedora de motores) e já no ano seguinte conquistou seu primeiro título mundial. Logo em cima do brasileiro Felipe Massa, à época justamente na Ferrari.
Depois de seis temporadas na McLaren, o britânico se mudou para o time de fábrica da Mercedes. A movimentação foi vista com maus olhos, já que a equipe demonstrava inconsistência desde o seu retorno à Fórmula 1.
Corta para 2024 e temos a parceria mais vitoriosa na história da categoria. Hamilton conquistou seis títulos de pilotos com a Mercedes, e o time de Brackley venceu oito campeonatos de construtores consecutivos. Após tantos anos vitoriosos, a união enfim termina. Agora, Sir Lewis e Mercedes serão adversários nas pistas.
Pela Ferrari, Hamilton pretende escrever novo capítulo. Primeiro piloto negro a correr pela equipe italiana, quer ajudar o time de Maranello a remontar aos seus tempos de glória. A escuderia não vence um mundial de pilotos desde 2007, com Kimi Räikkönen, e um campeonato de construtores desde 2008. Com Lewis e o monegasco Charles Leclerc, as chances de título aumentam. Consideravelmente.
Saída de Carlos Tavares da Stellantis
Carlos Tavares: uma queda esperada
Divulgação
Até parecia, ao menos por um momento, que Carlos Tavares fosse sobreviver 2024 no cargo de CEO da Stellantis. Contudo, pressões externas e a insatisfação do todo-poderoso John Elkann, herdeiro dos Agnelli, fizeram com que a batata do executivo assasse por antecedência. Tanto é que, com aval do conselho da companhia, deixou o cargo no início de dezembro.
Quando nos referimos a “pressões externas” temos de focar, principalmente, no desempenho da Stellantis nos Estados Unidos sob a batuta do português. Nos primeiros nove meses deste ano, as vendas da companhia na terra do presidente eleito Donald Trump sofreram representativa queda de quase 20%. Chrysler e Dodge despencaram no período. A Jeep, comandada até então por Antonio Filosa (ex-CEO da Stellantis América do Sul), também caiu, mas segurou as pontas com maior dignidade.
Resumo da ópera: John Elkann e o conselho da fabricante resolveram encerrar de maneira abrupta a passagem de Tavares como comandante da companhia. A Stellantis termina 2024 com Elkann na posição de CEO interino, ditando os rumos da empresa com apoio e chancela do board – board este que conta com a participação de Antonio Filosa.
A companhia disse que o novo presidente deve ser anunciado no primeiro semestre de 2025. O “demitido” Tavares, por sua vez, garantiu à imprensa que não se arrepende das decisões tomadas enquanto CEO da Stellantis. O executivo português foi o primeiro líder da companhia, já que assumiu o posto em 2021 após a fusão entre FCA e PSA.
Guerra de impostos para carros chineses
Navio da BYD desembarca carros elétricos chineses no porto alemão de Bremen
Getty Images/Lars Penning
Os subsídios concedidos pelo governo (e o salto tecnológico dos produtos) fizeram com que os carros elétricos chineses passassem a ser vistos como commodities. Não à toa as vendas desses veículos cresceram de modo exponencial no mundo todo e, evidentemente, no continente europeu.
Com preços competitivos e produtos de qualidade, as fabricantes chinesas viram sua participação passar a 19,5% na Europa em 2023. Em 2024, a expectativa também era de alta. Por isso, o protecionismo começou a falar mais alto.
A comissão da União Europeia resolveu, então, cortar as asinhas das fabricantes orientais. Optou por aumentar em quase cinco vezes a tarifa sobre os veículos elétricos importados da China. A decisão fez com que imposto adicional começasse a ser cobrado, com variação entre 17 e 35 pontos percentuais para os próximos cinco anos. Será que a medida segura o ímpeto das montadoras do país asiático?
30 anos da morte de Ayrton Senna: Série Senna e Homenagem de Hamilton em Interlagos
Gabriel Leone interpreta Ayrton Senna em série da Netflix
Alan Roskyn/Netflix
Há 30 anos morria Ayrton Senna, após batida na curva Tamburello, no autódromo Enzo e Dino Ferrari em Ímola, na Itália. O tricampeão mundial de Fórmula 1 deixou uma legião de fãs e até hoje é celebrado como um dos maiores pilotos de todos os tempos.
Tanto é que o legado de Senna, tão celebrado, foi ainda mais exaltado nesses 30 anos sem o piloto. Tivemos uma belíssima homenagem de , que guiou o MP4/8, último carro pilotado pelo brasileiro na McLaren em Ímola.
Mas não paramos por aí. Lewis Hamilton pilotou o carro do segundo título de Senna, o MP4/5B de 1990. O fez logo no quintal do “Chefe”, o autódromo de Interlagos, e arrancou reações emocionadas dos que presenciaram acontecimento tão especial.
Para completar, a Netflix lançou em novembro produção que conta a história do tricampeão desde a infância até o fatídico 1º de maio de 1994. Senna, a série limitada, recebeu críticas positivas muito em decorrência da fidelidade ao período e também pelas atuações – especialmente a de Gabriel Leone, que interpreta o piloto.
A grande refugada dos carros elétricos
Mercado de elétricos deu uma arrefecida em 2024
Westend61/Westend
Incertezas sobre metas de emissões e alíquotas cada vez mais pesadas para proteger o território dos chineses, conforme já mencionamos, colocaram um ponto de interrogação no até então avassalador mercado de carros elétricos. O crescimento já não é o de outrora e muitas montadoras já reconsideraram suas estratégias.
A Lamborghini, por exemplo, disse que seu segmento ainda não está pronto para tal tecnologia. A General Motors, que apregoava transição direta para os elétricos, adotou discurso de diversificação da oferta.
Por que 2025 será o ano dos carros híbridos flex no Brasil
Por falar em diversificação, no Brasil ainda temos os veículos híbridos flex. Particularidade da nossa região, a tecnologia tem chances de suplantar rapidamente os 100% elétricos no quesito participação de mercado. A tendência, inclusive, principalmente pelo que vemos no discurso da Anfavea, é de que seja a principal alternativa à mitigação de emissões nos próximos anos no país.
Rebranding da Jaguar: será que agora vai?

Novo logotipo da Jaguar dividiu opiniões
Divulgação/Jaguar
Essa aqui é quente e irritou demais os puristas. Em novembro, a Jaguar abriu mão de seu tradicional logotipo e optou por uma pegada bastante minimalista. O movimento, chamado pela marca de “celebração do modernismo”, dividiu opiniões.
A nova identidade minimalista e futurista deu ainda mais pano para manga após a divulgação do primeiro conceito da marca depois da mudança. Apresentado no Miami Art Week (EUA), o Type 00 servirá como base para um futuro sedã de quatro portas da Jaguar. Seu visual, contudo, assim como o novo logotipo, também dividiu opiniões.
Outro movimento controverso da empresa foi o de abraçar a eletrificação de vez. A Jaguar anunciou que toda a sua linha será elétrica. A companhia banca tanto a nova estratégia que deixará de vender temporariamente novos carros em certos mercados da Europa, como no Reino Unido. Será que agora vai?
Volkswagen em perigo?

Volkswagen ensaia fechamento de fábricas em seu país de origem
Divulgação
Para fechar a lista temos a crise da Volkswagen. O assunto dominou as manchetes por meses e, em dados momentos, ganhou contornos dramáticos. A montadora, vale frisar, cogitou fechar pela primeira vez em sua história fábricas na Alemanha.
Ameaças de greves e muitas conversas entre lideranças sindicais e montadora ocorreram. Tudo isso para que a Volkswagen chegasse a uma solução de corte de custos, fundamentais, na visão dos executivos da companhia, para sua sobrevivência.
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