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Hyundai fará novos SUVs e picapes no Brasil em acordo refeito com a Caoa

29/02/2024
Hyundai fará novos SUVs e picapes no Brasil em acordo refeito com a Caoa

Parceiras há mais de duas décadas, empresas reformulam contrato para operação conjunta no país O QUE VOCÊ VAI LER
A Hyundai Motor Brasil (HMB) passa a coordenar a importação e distribuição da linha completa de veículos; Caoa será compensada financeiramente
Fábrica da Caoa em Anápolis (GO) irá produzir modelos definidos estrategicamente pela HMB; Caoa será remunerada pela produção e pela venda de cada veículo
Rede de concessionárias será unificada (no total serão 250 lojas)
Foram 25 anos de representação oficial, com períodos de lua de mel e lua de fel. Mas, agora, a Hyundai e o grupo Caoa anunciaram um novo acordo de operação no Brasil. A partir deste ano, a marca sul-coreana assumirá as rédeas sobre a comercialização de todos os produtos no Brasil. Isso inclui os importados, hoje administrados pela Caoa, que continuará parceira da empresa sul-coreana, mas em um novo modelo de negócios.
Saiba-mais taboola
A confirmação ocorreu em um almoço na casa da família de Carlos Alberto de Oliveira Andrade, empresário fundador da Caoa, falecido em 20211, , realizado nesta quinta-feira (29). O evento teve a presença de Carlos Alberto Filho, atual presidente do grupo, e o presidente da Hyundai Motor Brasil (HMB), Airton Cousseau. A nova fase da parceria entre as empresas representa uma reformulação profunda do acordo que vigia desde 1999, e que chegou a virar objeto de um processo judicial.
O novo modelo funcionará assim: a Hyundai Motor Brasil (HMB) ficará responsável por todos os produtos da marca em comercialização no mercado brasileiro. Isso vale para os compactos HB20, HB20S e Creta, já produzidos por ela em Piracicaba (SP), os importados – que, até então, eram administrados pela Caoa – e eventuais produtos que a Caoa produzir para ela na sua fábrica de Anápolis (GO).
A empresa brasileira será compensada financeiramente pelos carros importados pela HMB, além de ajudar a fabricação local em suas instalações no Centro-Oeste brasileiro, e na distribuição dos veículos, mas não decidirá mais quais produtos serão importados ou montados localmente.
“Com o novo modelo, a Hyundai passa a ter acesso aos incentivos fiscais que o governo concede a fábricas localizadas fora do eixo Sul-Sudeste”, aponta Carlos Alberto Filho, presidente da Caoa.
Hyundai Ioniq 5 pode ser o primeiro carro elétrico da marca a ser vendido no Brasil
Divulgação
A Hyundai não abriu ainda quais produtos serão importados ou montados localmente – haverá um evento em 6 de março para anunciar os modelos –, mas o CEO da HMB, Airton Cousseau, diz que a tendência será apostar em SUVs e picapes dos segmentos C e D (compacto-médio e médio), maiores e mais caros do que os produzidos pela HMB em São Paulo, para serem fabricados no Centro-Oeste brasileiro.
“Por exemplo, nós temos o Tucson, que é um produto com muito nome e prestígio, e que não queremos deixar de explorar”, afirma o executivo. O projeto prevê também a importação e produção local de veículos eletrificados. “A fábrica de Anápolis já está preparada para produzir modelos do tipo híbrido plug-in e isso estará à disposição da Hyundai”, finaliza Andrade Filho.
A tendência é que a empresa brasileira monte para a parceira sul-coreana modelos de porte compacto-médio e médio, que atuarão em segmentos acima de HB20 e Creta. A nova geração do Tucson e a picape Santa Cruz são possibilidades no radar. Ano passado a Caoa-Hyundai confirmou o lançamento do Ioniq 5 e do SUV Palisade para 2024, além do Palisade híbrido e o novo Tucson, para 2025. Resta saber se a Hyundai agora vai seguir com o plano.
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Com o anúncio, a Hyundai Motor Brasil conseguirá enfim ampliar seu leque de produtos no mercado nacional. Além disso, a fábrica da Caoa em Anápolis ajudará a desafogar a produção local, visto que sua fábrica própria em Piracicaba (SP) vem atuando há anos em capacidade máxima e três turnos. Em 2019, a companhia já havia ampliado de 180 mil para 210 mil veículos por ano a capacidade da planta no interior paulista, mas não há margem geográfica para uma nova expansão.
Atual geração do Hyundai Tucson pode ser uma das novidades da marca
Divulgação
Além dos rearranjos na representação de importados e produção nacional, o novo acordo deve enfim unificar o portfólio de produtos da Hyundai na rede de concessionárias da marca. Atualmente, só a rede Hyundai Caoa vende os produtos importados da fabricante sul-coreana, enquanto as lojas HMB oferece apenas a família HB20 e o Creta em seus portfólios. A partir do novo acordo, todas as revendas terão acesso a todos os produtos em catálogo. Até o site oficial da Hyundai no Brasil deve, enfim, passar a ser um só.
Entre tapas e beijos
Desde 1999, quando iniciou a representação da Hyundai em nosso mercado, a Caoa era sua importadora exclusiva. Após conseguir alavancar o prestígio da marca no país, o grupo brasileiro construiu a fábrica de Anápolis em 2007 para produzir a primeira geração do SUV Tucson, na época um sucesso de vendas, e os caminhões HR e HD. Alguns anos depois, o modelo ix35 (segunda geração do Tucson) foi incorporado à linha de montagem goiana.
No início da década passada, a Hyundai resolveu abrir uma filial no Brasil e criou a HMB, com fábrica em Piracicaba e lançamento da família de compactos HB20. Contudo, o controle sobre seus produtos importados continuava com a Caoa, com quem tinha contrato. Assim, a marca sul-coreana passou a operar em um modelo de negócios peculiar no país, com duas representantes diferentes.
CAOA tem fábrica em Anápolis (GO)
Divulgação
Essa representação dupla chegou a gerar uma batalha judicial. Em 2018, a matriz da Hyundai na Coreia do Sul tentou evitar a renovação automática do contrato de representação, usando cláusulas de desempenho não cumpridas para reduzir de dez para dois anos a extensão do novo acordo. Na época, Carlos Alberto de Oliveira Andrade não concordou com a decisão e levou o caso à Justiça. Sua alegação era de que mudanças no cenário econômico local impediram o cumprimento das metas.
Em julho de 2021, apenas um mês antes de sua morte, o Tribunal de Arbitragem de Frankfurt (Alemanha) deu ganho de causa à empresa brasileira e determinou que o contrato automaticamente renovado deveria ser cumprido em sua integralidade, até 2028. O anúncio desta semana mostra que as duas partes chegaram a um consenso para antecipar mudanças no acordo atualmente vigente.
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Fonte: Read More 

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