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Estes 5 itens surgiram na Fórmula 1 e hoje equipam o seu carro

06/03/2026
Estes 5 itens surgiram na Fórmula 1 e hoje equipam o seu carro


Aos que curtem esportes, a Fórmula 1 é uma diversão de domingo. Para a indústria automotiva, no entanto, trata-se de um laboratório para testar tecnologias que, em breve, estarão no seu carro. É onde a competição vai além do grid.
Aproveitando a largada da temporada 2026 da Fórmula 1, que se inicia neste domingo (8) no GP da Austrália, Autoesporte elaborou uma lista com tecnologias que surgiram na maior competição do automobilismo e que hoje marcam presença nos automóveis que dirigimos no dia a dia.
É comum que os recursos estejam presentes primeiro em modelos esportivos ou de luxo, e, na sequência, se popularizem. O último item da lista, por exemplo, foi parar até em uma minivan familiar. Acompanhe:
1- Aletas de mudança de marcha
Na Fórmula 1, aletas são de fibra de carbono e têm função além da troca de marchas
Divulgação
Para desmistificar que um carro precisa ser caro para receber tecnologias da F1, começamos nossa lista pelos “paddle shifters” — ou aletas para trocas de marcha, em português. Hoje este equipamento está presente em vários modelos automáticos, mas foi testado pela primeira vez em 1989 pela Ferrari.
Naquela temporada, a fabricante italiana desenvolveu um sistema eletro-hidráulico controlado por duas aletas posicionadas atrás do volante (popularmente chamadas de “borboletas” por conta do formato). A da direita servia para avançar as marchas, enquanto a da esquerda diminuía. O sistema também ficou conhecido como “semiautomático” ou “sequencial”, já que as trocas ainda eram feitas pelo piloto.
Ferrari F355 foi o primeiro carro de produção a oferecer paddle shifters atrás do volante
Divulgação
Oito anos depois, em 1997, a Ferrari incorporou a tecnologia do carro de Nigel Mansell no esportivo F355. Atualmente, até carros automáticos de entrada podem incluir os paddle shifters. É o caso do Honda WR-V.
2- Suspensão ativa
Suspensão ativa auxilia pilotos em traçados mais complicados
Reprodução/F1
Mansell pilotou outro carro revolucionário pela Williams na temporada de 1992. A equipe notou que as condições do asfalto eram diferentes entre os circuitos e desenvolveu um sistema adaptativo inovador para suspensão e chassi.
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O sistema funcionava com o acionamento instantâneo de atuadores hidráulicos durante curvas, proporcionando movimentação mais suave e melhorando a sustentação negativa do veículo. Dessa forma, sua condução se tornava mais equilibrada.
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Outras construtoras haviam se aventurado no uso desta tecnologia anteriormente (como a Lotus e seu sistema computadorizado entre 1983 e 1988), mas foi a Williams que colocou a suspensão ativa em outro patamar em 1992. Ao final da temporada, Nigel Mansell sagrou-se campeão do Mundial de Pilotos e a Williams venceu o Campeonato Mundial de Construtores. Com tamanha vantagem para as outras equipes, a tecnologia foi proibida em 1994 e nunca mais voltou. Pelo menos na F1.
Suspensão ativa ajuda carros modernos a não rasparem
Divulgação
Nas ruas, a suspensão ativa se tornou relativamente comum em carros esportivos contemporâneos, como os modelos mais extremos da Porsche. Além de melhorar a performance em pista, a programação ativa serve para erguer a suspensão nas situações em que o carro pode raspar (entradas de garagens, lombadas, valetas, etc).
A marca alemã também desenvolveu um sistema em que a central eletrônica pode detectar em poucos segundos uma manobra evasiva, direcionando rigidez aos amortecedores que serão mais acionados que outros.
3- Fibra de carbono
McLaren inovou ao fazer chassi de fibra de carbono
Reprodução/F1
A fibra de carbono é usada na Fórmula 1 há décadas, mas a primeira construtora a utilizar este material em grande escala foi a McLaren. Em 1981, a equipe britânica apresentou o MP4/1 com um chassi feito inteiramente com este elemento.
Mercedes-Benz SLR McLaren foi primeiro carro com chassi feito de fibra de carbono
Divulgação
Não à toa, a McLaren esteve por trás do Mercedes-Benz SLR McLaren, o primeiro carro de produção em série com chassi feito de fibra de carbono. Atualmente, o material continua sendo uma alternativa inteligente para reduzir o peso de um veículo e garantir a segurança dos motoristas.
4- Volante multifuncional
Volantes modernos da F1 têm mais de 25 funções
Reprodução/F1
Os botões multifuncionais que você utiliza para aumentar o volume ou navegar pelo computador de bordo nasceram na Fórmula 1, mas de um jeito diferente. Em meados dos anos 70, com os carros chegando a velocidades de até 300 km/h, as fabricantes perceberam que procurar botões no painel poderia ser perigoso para os pilotos.
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A solução foi incorporar estes comandos ao volante. Nas temporadas atuais, alguns deles podem ter mais de 25 funções, que servem para regular freios, suspensão e DRS. A mais importante delas é o “overtaking”, que tem a finalidade de extrair o máximo de potência e torque do motor.
Versão de entrada do Fiat Cronos já entrega ao menos comandos de som no volante e central multimídia
Divulgação
O primeiro carro a oferecer botões multifuncionais no volante foi o Mercedes-Benz Classe S, em meados de 1998. O recurso logo se popularizou, e hoje até os carros mais baratos do Brasil contam com o equipamento.
5- Aerodinâmica ativa
DRS melhora o arrasto aerodinâmico e permite que o carro atinja velocidades maiores
Reprodução/Red Bull
Entre 2011 e 2025, os carros da Fórmula 1 usaram flaps para reduzir o arrasto aerodinâmico e melhorar as condições de rodagem. O recurso, chamado de drag-reduction system (DRS), foi incorporado em carros de rua. Os esportivos italianos Ferrari SF90 e Lamborghini Huracán Evo e o novo Porsche 911 GT3 RS são exemplos.
Ferrari SF90 tem sistema DRS similar ao dos carros da F1
Divulgação
Para 2026, a aerodinâmica ativa continua, mas de uma forma diferente. Em trechos pré-definidos de retas, os carros abrem as asas traseira e dianteira para otimizar o fluxo do ar e aumentar a velocidade.
Em modelos de rua que não são esportivos, melhorar a aerodinâmica também significa consumo de combustível mais baixo. Por isso, a Chevrolet resolveu adotar o recurso na minivan Spin. No caso, as aletas são abertas de forma automática em determinadas velocidades.
Chevrolet Spin teve grade ativa durante bons anos no Brasil
Renato Durães
Bônus – Das ruas para a F1
Embora a Fórmula 1 tenha grande influência no aprimoramento dos carros de rua, o contrário também aconteceu. É o caso do sistema de monitoramento de pressão dos pneus, tecnologia que equipa veiculos urbanos desde meados de 1980, mas que só apareceu obrigatoriamente na competição a partir de 2023.
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