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BYD quer trazer 100 mil carros até julho para fugir de alta do imposto

31/05/2024
BYD quer trazer 100 mil carros até julho para fugir de alta do imposto

Marca chinesa prepara operação de guerra para importar 65 mil carros de uma vez no Brasil durante o mês de junho A partir de 1º de julho, carros híbridos e elétricos terão outro aumento no imposto de importação no Brasil (o primeiro foi em janeiro). Ainda que marcas como BYD e GWM tenham conseguido segurar os preços desde o início do ano, essa nova alíquota pode exigir repasses aos clientes. Para se antecipar à mudança, a BYD planeja trazer, até julho, 100 mil carros importados da China.
O volume de veículos seria suficiente para suprir as operações da empresa até o final do ano no país, quando ela ela deve iniciar a produção local em Camaçari (BA). Mesmo que seja necessário pagar pelo armazenamento desses veículos em portos brasileiros ou em centros de distribuição em diferentes regioes do país, o custo logístico seria mais baixo do que bancar o tributo mais alto.
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Fontes ligadas à marca e do mercado disseram que, entre janeiro e maio deste ano, a BYD trouxe ao Brasil cerca de 30 mil veículos. Desses, 25 mil foram emplacados até meados de maio. Outros 5,5 mil acabaram de ser descarregados no porto de Suape (PE). Entre eles, estão King e Song Pro, os dois próximos lançamentos da marca.
Pela matemática simples, restam chegar cerca de 65 mil carros para que a conta feche. E isso com um prazo de um mês. Para ter êxito na missão, a BYD terá que fazer uma verdadeira operação de guerra para que todos os veículos possam entrar no país até 30 de junho e, dessa forma, escapar do imposto mais alto.
BYD comprou o próprio navio para ganhar agilidade na importação de veículos
Divulgação
E isso está sendo feito. Autoesporte apurou que estão previstos para atracar nos portos brasileiros mais de uma dezena de navios com carros da marca nas próximas semanas. Eles teriam que trazer, em média 3,5 mil unidades, cada, para que o total pretendido fosse alcançado. E também cumprir uma agenda apertadíssima de mais de uma embarcação chegando a cada dois dias.
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“Nosso cronograma varia. Podemos receber navios a cada três dias, uma semana ou mais. Tudo depende da programação”, explica o gerente da cadeia de suprimentos da BYD, Leonardo Felippe, à nossa reportagem.
Atualmente, a BYD opera nos portos de Suape (PE), Vila Velha (ES) e Itapoá (SC), usando navios dos tipos Ro-Ro (em que a carga entra e sai com as próprias rodas) e cargueiros de contêiner.
BYD precisaria trazer 65 mil carros até julho
André Paixão/Autoesporte
Caso a BYD consiga fechar os 100 mil carros até julho, teremos a maior chegada de veículos importados da história do Brasil em apenas seis meses. Isso também significa que a marca espera um salto considerável em seus resultados no Brasil. Em todo o ano de 2023, os chineses emplacaram 18 mil unidades no país. Em 2024, foram quase 22 mil apenas nos primeiros quatro meses.
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Se chegar aos 100 mil vendidos em 2024, a BYD não apenas vai crescer mais de cinco vezes em relação ao ano passado, como também pode alcançar o volume de emplacamentos que Renault e Ford conseguiram, somadas, no ano passado. A marca chinesa já está entre as dez mais vendidas no mercado brasileiro.
Imposto subindo
Importar tamanha quantidade de veículos pode representar um esforço logístico hercúleo, mas também significará uma economia considerável, que permitirá à empresa evitar repasses de preços enquanto a produção na fábrica de Camaçari (BA) não começa.
Isso porque há um salto considerável na alíquota de importação. De junho para julho, o tributo vai passar de 10% para 18% para elétricos e de 12% para 20% nos híbridos plug-in. Os híbridos sem recarga externa, modalidade com a qual a BYD não trabalha, terão alíquota de 25%.
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Fonte: Read More 

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