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Chevrolet tem indenização bilionária cobrada por teste de segurança do Onix

26/02/2025
Chevrolet tem indenização bilionária cobrada por teste de segurança do Onix

Ministério Pública Federal pede que montadora também faça recall do modelo que zerou teste de impacto lateral do Latin NCAP O Ministério Público Federal (MPF) quer a condenação da General Motors por causa de cerca de 1 milhão de unidades do Chevrolet Onix vendidas entre 2012 e 2018. A instituição toma como base a nota zero obtida em 2017 pelo modelo no teste de impacto lateral do Latin NCAP e pede à Justiça que a empresa pague por danos morais por ter comercializado veículo “inadequado para uso” em nosso mercado.
À época, o Onix de primeira geração foi “considerado muito pobre” no quesito proteção aos ocupantes. O Latin NCAP alegou que o veículo oferecia “proteção marginal para o abdome e pobre para o peito [dos ocupantes]”. Todavia, é importante destacar que, embora o MPF sirva para defender os interesses da sociedade, o veículo da Chevrolet não deixava de atender a nenhum tipo de norma ou regulamentação em vigor no período em nosso país.
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Mesmo assim, a GM trabalhou de modo a reforçar a estrutura do Onix a fim de melhorar a proteção dos ocupantes. Tanto é que o hatch e o sedã Prisma adotaram coluna B (central) construída com aço de estampagem a quente, ultrarresistente.
O MPF, contudo, reitera no parecer o pedido de recall das unidades feitas entre 2012 e 14 de janeiro de 2018. A instituição quer que sejam realizadas “reparações necessárias às laterais do veículo, de forma gratuita, a fim de que tenham as mesmas características que atendam as atuais normas de segurança”.
Chevrolet Onix recebeu nota zero em teste do Latin NCAP
Diogo de Oliveira/Autoesporte
O MPF crê ainda que a General Motors vendeu no mercado veículo “impróprio e inadequado para uso”. Do lançamento até outubro de 2018, mais de 1 milhão de unidades do Chevrolet Onix foram comercializadas, com receita anual de cerca de R$ 8,3 bilhões por ano.
Ou seja, entre 2012 e 2018, a GM obteve R$ 49,8 bilhões com as vendas do Onix. O MPF defende pagamento de indenização com percentual mínimo de 5% do faturamento bruto total; ou seja, quase R$ 2,5 bilhões.
Para a instituição, a indenização deve ser distribuída da seguinte forma:
R$100 mil aos familiares de cada morto em acidentes, decorrentes de impacto lateral, com o veículo;
R$50 mil a cada consumidor que comprovadamente sofreu danos físicos em acidentes, decorrentes de impacto lateral;
O restante, destinado ao dano moral coletivo indivisível, será calculado com base no faturamento da General Motors do Brasil com as vendas do Onix. Caso não haja comprovação dos danos individuais, os valores serão destinados ao Fundo de Direitos Difusos.
A ação do MPF contra a General Motors
A ação foi ajuizada em 2020, pelo procurador da República em Uberlândia Cléber Neves e o promotor de Justiça Fernando Martins. Segundo os autores, “embora as especificações de segurança veicular legalmente exigidas no Brasil tenham sido observadas, o resultado demonstrava que o veículo era inseguro aos consumidores”.
Por ter consequências em âmbito nacional, o processo foi transferido para o Distrito Federal. O atual responsável pelo caso é o procurador da República Anselmo Cordeiro Lopes, que também assina a manifestação encaminhada esta semana.
Chevrolet Onix submetido ao crashtest lateral do Latin NCAP
Diogo de Oliveira/Autoesporte
A General Motors, segundo o MPF, em nenhum momento nega a vulnerabilidade da segurança lateral dos veículos. A empresa afirma, porém, que os Chevrolet Onix produzidos até 2018 “destinados ao mercado brasileiro foram fabricados de acordo com as exigências da legislação do país à época”.
A instituição , contudo, salienta que “provas colhidas no processo mostram que os veículos produzidos na mesma fábrica do Brasil recebiam proteção lateral extra quando tinham como destino o mercado consumidor dos Estados Unidos”. A questão é que o Onix nunca foi exportado para o país atualmente presidido por Donald Trump. Atendeu a outras regiões, contudo, com barras laterais.
Para completar MPF também salienta, conforme ressaltado pela reportagem, que os modelos só receberam reforços estruturais em nosso mercado após a divulgação do teste realizado pelo Latin NCAP e sua “repercussão negativa”.
Agora, o pedido aguarda análise pela 3ª Vara Federal Cível do Distrito Federal. O MPF quer que a ação tenha o julgamento da lide antecipado. Isso significa que a Justiça poderá decidir sobre o processo sem a necessidade de mais provas ou audiências.
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Fonte: Read More 

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