Os carros elétricos e híbridos mais vendidos do Brasil em novembro de 2024

BYD mantém liderança do segmento; Fiat já aparece na quarta colocação com Fastback e Pulse O mercado brasileiro emplacou 17.413 unidades de veículos híbridos e elétricos em novembro de 2024, atingindo o melhor resultado da série histórica, de acordo com a Associação Brasileira do Veículo Elétrico (ABVE). No acumulado do ano, 155.724 modelos da categoria foram licenciados no Brasil.
Os carros híbridos embalaram as vendas em novembro, representando 68,4% dos emplacamentos. A ABVE tem a expectativa de que o mercado brasileiro venderá 160 mil veículos eletrificados no acumulado de 2024, o que representaria alta de 80% na comparação com o ano anterior.
Elétricos mais vendidos
Os carros elétricos (BEV) representam 31,6% de todas as vendas do segmento no Brasil. A liderança segue com o BYD Dolphin Mini, que emplacou 2.294 unidades em um mês. Abaixo, o ranking continua com BYD Dolphin e GWM Ora 03. Confira a lista completa:
Elétricos mais vendidos de novembro de 2024
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Híbridos mais vendidos
Entre os híbridos, os veículos plug-in (PHEV) representaram 40,4% das vendas de novembro. Depois surgem os híbridos leves (MHEV) com 11,2%, os híbridos plenos flex (HEV Flex) com 9,1% e os híbridos plenos a gasolina (HEV) com 7,8%. A BYD também lidera com o Song Pro. Veja abaixo:
Híbridos mais vendidos de novembro de 2024
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Marcas mais vendidas
Com 8.047 unidades vendidas em novembro, a BYD é líder no segmento de eletrificados. Depois surge a GWM, com 1.384 unidades, e a Toyota, com 1.542. A Fiat apareceu pela primeira vez no ranking após o lançamento da dupla Pulse e Fastback, garantindo a quarta colocação com 1.099 exemplares.
Fiat surpreende e já aparece entre as marcas mais vendidas da categoria
Divulgação
Fabricantes mais vendidas de novembro de 2024 (híbridos e elétricos)
Ricardo Bastos, presidente da ABVE, questionou se a categoria dos híbridos leves (ou micro-híbridos) deve ser considerada eletrificada. “Há um baixíssimo grau de eletrificação e não tem tração elétrica. Temos de avaliar se [os micro-híbridos] contribuem efetivamente para a descarbonização da matriz de transporte do Brasil”, afirmou.
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